MOVE - Movimento de Pais

"A Família é o elemento fundamental da sociedade e tem a responsabilidade primária

pela protecção, crescimento e desenvolvimento das crianças"

ONU, EU, UNICEF 2002

 

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O MOVE em 2005

O MOVE em 2009

 

Manifestações de Apoio

Envie um email para parabens@move.com.pt

 

Bom dia,

Sou pai de duas crianças e sinto-me bastante incomodado com toda esta falta de planeamento,  bem como com o modo como se está a pretender generalizar o facto real de alguns pais não terem capacidade / vontade para educarem os seus filhos.

Gostaria de poder ser útil.
Sou residente em Carnaxide.

Cumprimentos,
João Ricardo Pereira

 

À Direcção do Move,
 
Agradeço o envio do vosso parecer sobre Educação Sexual em Meio Escolar e felicito-vos pelo bem fundado e seriedade da vossa posição. Estou formal e substancialmente de acordo e não deixarei de, com a devida vénia, me socorrer da vossa argumentação sempre que necessário.
 
Com cumprimentos de muito apreço,
 
Manuel Correia de Jesus

 

Caros amigos

Quero dar-vos os parabéns pela qualidade do vosso parecer! Será precisa uma dose imensa de preconceito para não reconhecer a força das razões que expõem.

Inclusivamente, o tom cordato e objectivo da redacção é de aplaudir.

Parabéns por tudo!

José Maria C.S. André

 

Caros amigos,
 
Apoio completamente a análise que fazem do problema e a forma como o apresentaram à Sra. Ministra da Educação.
 
Eu tenho 6 filhos (os 4 mais velhos em escolas públicas) e já tive a experiência de discordar de aulas de educação sexual (ES) ministradas numa das escolas. Há dois anos, por intermédio da Associação de Pais da escola, tive uma entrevista com a Presidente do Conselho executivo a quem expus muitas das ideias que estão escritas no documento que enviaram agora à Sra. Ministra.
 
Percebi na altura que apesar da dita presidente do conselho executivo ser uma pessoa de bom senso, o problema vem de cima e que a escola: (1) tem que leccionar ES e (2) não tem que pedir opinião aos pais porque não pode pôr sequer a hipótese dos pais discordarem da abordagem.
 
Bem hajam pelo trabalho que estão a fazer na MOVE!
 

José Leitão

 

Tenho acompanhado esta questão o mais de perto que consigo e creio ser urgente clarificar 2 factores  cuja aceitação se traduzirá num,a abordagem mais ampla da questão; 1º REDIGNIFICAR A FAMÌLIA, sem preconceitos e sem necessidades de explicações aprofundadas, ser família  com Pai Mãe e Filhos não é ser anti-homossexual, anti-famílias mono parentais, anti familias reconstituídas; NÃO !!!! Chega de ter uma sociedade que ainda olha a Família como um reduto bolorento do Salazarismo!!!
Confesso o meu cansaço!!!!
Sou casada e tenho 3 filhos com o 4º a chegar diáriamente pago por ter uma família dita Tradicional, e somos nós que a mantemos com esforço e paixão.
ESTE 1º Ponto destina-se ao Estado
2º Uma sociedade só se democratiza se assentar na reformulação  da EDUCAÇÃO, não se pode pressupor que todas as famílias são capazes e querem incentivar e ensinar os seus filhos a serem bons cidadãos e a progredirem, devem existir complementos que permitam fomentar a questão da verdadeira igualdade de oportunidades. Trabalhar com as Famílias!!!
Este desabafo está pouco estruturado mas é hora de almoço e são várias as solicitações... Talvez a noite me permita um reflexão mais elaborada!
Rita Clara
Casada, Mãe de 3 ( Quase 4) Professora

 

Parabéns e força para o vosso trabalho notável.
Junto envio uma proposta que está a nascer para os pais dos Colégios de Coimbra e que pretende ser alternativa á ideologia dominante e de partido único (=APF) Dário Tavares

EDUCAÇÃO SEXUAL  -     PROPOSTA PARA  A FORMAÇÃO DOS PAIS

Tema Conferencista Data
Educação sexual - os desafios Dr. Carlos Ramalheira / Dr.º Luís Marques 25/11/05
As etapas da vida e a Educação Sexual -  Dr.º Luís Marques / ou / e / Drª.
Leonor Seabra Pereira   27/01/06
Planeamento Familiar Luísa / Dário Tavares 24/02/06
Doenças Sexualmente Transmissíveis -  Professor Armando de Carvalho 21/04/06
Educar para o amor -  Pe. Carlos Carneiro 26/05/06

 

Beja, 28-09-2005

Caros amigos,

Quero dar os parabéns por se terem constituido em associação. É fundamental que haja associações que defendam os valores básicos da sociedade. Sou mãe de 4 filhos, pelo que sou associada da APFN. No entanto teria muito gosto em me associar também a vós. Como não sei como o fazer, espero um contacto vosso.

Saudações fraternas

Maria Teresa Chaves

 

Muito obrigada por tudo o que estão a fazer pelos nossos filhos. Tenho 3 filhos, de 7, 5 e 1 ano.

Revejo-me em tudo o que dizem na apresentação de power point. Vou divulgar.

Parabéns e obrigada

Maria Ferreira

 

Digo-vos que toda esta história me embrulha o estômago .
Tenho uma filha de dois anos , que está no infantário , e espero nunca ter conhecimento da existência de conversas sobre a educação sexual , porque parece-me que não ía conseguir ficar calada e quieta .
Tenho 37 anos , considero-me bastante moderna , aprendi sobre educação sexual entre amigas e colegas , lendo também algumas enciclopédias que umas e outras conseguiam " surripiar " de casa dos pais para mostrar . Não precisei de grandes ensinamentos sobre o assunto , até porque diga-se que não é tema tão extenso e vasto que justifique licenciatura . Comecei a namorar bastante cedo mas achei que outras situações deveriam ser " atrasadas " até ter conhecimentos suficientes para evitar surpresas desagradáveis . E li , e perguntei e ouvi e fiquei a saber mais do que a minha mãe ou a minha avó , sem precisar de professores .
Portanto , parece-me que com a abertura que há hoje entre os pais e os filhos , mais facilmente a minha filha aprenderá tudo e mais alguma coisa , mais facilmente tirará dúvidas quer comigo quer com o pai . Para mais , hoje em dia a própria internet fornece material didáctico interessante , diversificando um leque de informações que , convenhamos , já existiam em quantidade mais que suficiente .
Era só o que faltava um dia a minha filha chegar um dia a casa e dizer-me que afinal é normal ser-se lésbica ( desculpem-me o termo , mas se o nosso governo aceita certo tipo de vocabulário é porque afinal não é calão ) ....ou outras coisas do tipo !...
Esta gente que se deixe de tretas porque parece-me que andam aí uns gays a tentar arranjar tachos para eles e para os amigos , a tentar transformar este país numa Tailância ... queima-se as árvores todas , constroem-se umas estâncias de luxo , feitas por aquelas empresas que nós conhecemos bem e cujos nomes estão por todo o lado , pomos lá um serviço de menu à la carte , para todos os gostos , e vivemos felizes para sempre ... Será isso que estão a tentar fazer a Portugal ? Não têm vergonha na cara ? Professores a ensinar educação sexual e a transmitirem juízos de valor ? Mas quem são eles ? A maioria das vezes uma cambada de frustrados que queria estar bem longe dali , que pensou que o professorado era um tacho seguro , etc, etc.
Se estão tão preocupados com as crianças , com a sua educação , com a sua formação , financiem então as mães para ficarem em casa a tomar conta das crianças , a evitar que elas contraiam doenças umas atrás das outras , para evitar que comam todo o tipo de porcarias existentes nos infantários , para evitar que aprendam a falar com quem pouco domina a língua portuguesa e dá consecutivos pontapés gramaticais , para evitar que passem todo o dia com pessoas " estranhas " e apenas duas ou três horas por dia com os pais . Se fizessem isso , gastariam menos com baixas , menos com comparticipações em medicamentos , menos com médicos , etc... Mas provavelmente as crianças seriam mais felizes , menos permeáveis a certo tipo de conhecimentos que lhes tentam incutir , menos liberais , andariam menos na rua o que prejudicaria uns tantos pedófilos que por aí andam , etc ...
É lamentável que neste país só se perca tempo e se gaste dinheiro a fazer o que não se deve .
Acho muito bem que o vosso movimento exista e que apareçam muitos iguais ! Penso que já está na hora de o portuguesinho deixar de ser lacaio , deixar de ser servir e dizer amen a tudo .
Muito principalmente porque estamos a falar de uma questão de moral e bons costumes , que se deverão aprender em casa ( partindo do princípio que em casa eles existem ) e não com qualquer um professor .
 
Continuem e lutem !!!...
 
Carla Manuela Ferreira ( Maia )

 

Ex.mos Senhores
Descobri agora a vossa existência e já estou solidária com a vossa "luta". Sou mãe de duas crianças com menos de 8 anos, a mais velha começará o 2.º ano do 1.ºCEB e além disto trabalho numa escola secundária, sou psicóloga.
É de facto grave e preocupante se a Educação sexual em contexto escolar toma o rumo indiciado pelos documentos que acabei de ler aqui no "vosso sítio". Como movimento de pais sugiro se ainda não avançou, uma auscultação do que se faz de facto nas escolas, através das próprias associações de pais, e promover uma discussão cada vez mais alargada destas questões; os pais devem tomar consciência da importância de tomar atitudes esclarecidas e de exigência, no sentido de conhecerem a dinâmica e actividades desenvolvidas dentro da escola. A escola é colaboradora dos pais no processo de preparação dos nossos filhos para o seu futuro como adultos, mas os pais deverão aprender e até ensinar, a atitude de diálogo e procura do mútuo entendimento, na discussão franca e profunda das questões relacionadas com a vida da escola ao longo do ano (e dos anos).
Maria Madalena Moreira

 

Caros amigos

Como pais de três filhas de 17, 15 e 12 anos, queremos manifestar o nosso agradecimento por esta iniciativa. É preciso estarmos muito atentos.

Profundamente reconhecidos.

João Mira e M. ira e M. Rosário Luís

 

Bom dia,

É minha convicção como mãe, que devemos ter um papel presente e essencial na
educação dos nossos filhos. Na minha opinião o Estado não deve substituir os
pais na educação dos seus filhos, deve sim, apoiar e dar condições para as
familias poderem ajudar a crescer individuos cada vez mais responsáveis e
respeitadores do próximo.
Tenho que dar os parabéns a este movimento, pois é com uma participação
activa que podemos ajudar os nossos filhos a crescer saudávelmente. Obrigado
pela iniciativa!

Paula Duarte
(Mãe de 2 filhos - 4 e 6 anos)

 

Caros Senhores

A minha Mulher e eu mandamos-vos os nossos sinceros parabens

pela excelente actividade desenvolvida em defesa das famílias portuguesas, de modo inteligente e eficaz.

Dom Duarte de Bragança

 

UM EXEMPLO PRÁTICO DE UMA AULA DE EDUCAÇÃO SEXUAL

 

Ex.mºs  senhores,

 

Envio o texto elaborado pelo meu filho, um jovem aluno liceal de 16 anos.

 

Pretendo sobretudo alertar os pais para que fiquem a saber como os nossos filhos (para nós) e cobaias (para eles) são “ ensinados”(?) em sexualidade!

 

Chamo a vossa atenção para uma ou duas frases do texto , que mostram de forma clara a (in)utilidade disto a  que se  chama “educação sexual”.

 

Quem é esta gente e a que título julgam que os pais são impreparados para formar os filhos, a ponto de nos quererem subtrair e substituir, ainda por cima evidenciando um reles e tão baixo nível, como julgo que estareis de acordo comigo depois de ler o texto que se segue?

 

 

Acção de formação sobre a sexualidade no dia 21 de Janeiro de 2005 na Escola [nome retirado pelo MOVE]

 

No passado dia 21 de Janeiro (sexta feira), a aula de educação física foi substituída por uma acção de formação sobre a sexualidade e um senhor, que não pertencia à escola mas pertencia sim a uma organização cujo o nome não me lembro, deu-nos alguma informação sobre o dito tema.

 

Começámos por escolher palavras que estivessem relacionadas com o tema.

 

Obviamente que da nossa parte, grande parte, foi asneira mas a outra parte foram palavras correctas que levaram a debates interessantes.

 

Tudo o que nos foi dito já nós sabíamos ou seja esta acção de formação, na minha opinião e na dos meus colegas, não teve muito conteúdo mas foi um espaço para rir. Apenas para rir.

Digo isto porque certas frases (ditas pelo senhor) foram as seguintes:

 

-“Se não lêem revistas pornográficas devem ler. Se não vêem filmes pornográficos devem ver”.

 

-”Acho bem que vejam o camasútra”.

 

-“Pessoal, hoje vou dar uma quéca na minha mulher no jardim

 

Apesar de me ter rido, não gostei do palavriado do men. Poderia haver gente “sensível” ou mesmo raparigas, que ainda assim estavam lá na sala, ou seja, como um senhor com educação deveria ter tido cuidado com o vocabulário que usou.

 

No princípio do texto disse que a acção de formação não teve conteúdo e continuo a achar o mesmo porque o senhor apenas nos disse a quantidade de vezes que se faz sexo nos vários países por ano.

 

E as últimas frases que me lembro ouvir sair da boca do senhor e que não foram das melhores foram as seguintes:

-“houve uma aluna minha que me disse que depois de ter tido relações sexuais se assustou porque o esperma do seu parceiro tinha entrado na sua vagina e com esse susto, pôs-se na banheira a saltar para que o esperma caísse para a banheira. Obviamente que isso não resultou mas também não se deve lavar a vagina com o chuveiro, ainda por cima, apontada para dentro da vagina, pois isso empurrará o esperma para dentro”.”Por causa dessas brincadeiras, já várias alunas minhas engravidaram”. 

 

Aqui vai a "resposta" muitíssimo esclarecedora à carta que escrevi ao Agrupamento de Escola dos meus filhos.

Apesar de ter enviado cópia às associações de pais das duas escolas, não obtive resposta de nenhuma.

Contei-lhes que soube que afinal da escola 2+3 de [Nome retirado pelo MOVE] foram dadas algumas aulas dessas por pessoas alheias à escola. Uma delas foi a uma turma do 6º ano onde os miúdos têm idades à volta dos 11 anos. Durante a aula foram distribuidos preservativos a todos e tampões às meninas!! A maior parte nunca tinha visto um preservativo ou um tampão!! Uma amiguinha das minhas filhas que também é nossa vizinha, estava nessa turma. Chegou a casa e disse mostrou à mãe as "prendas" que tinha recebido. Fantástico, acho que na realidade é um excelente método para por as crianças de 11 anos a fornicar desde cedo e a aprender a introduzir objectos nas vaginas porque é "fixe" e até uma das miúdas da turma já usa! Por favor!

Sobre este episódio disse [o Agrupamento de escolas contactado por este pai] não saber nada e pelos vistos não fizeram esforço nenhum para saber quem foi e quando. Foi este ano lectivo e para saber quem foi bastava perguntar a qualquer aluno dessa turma!

Américo Torres

 

[Presidente da CONFAP defende Estado totalitário]

Ouvi esta declaração desse Senhor em directo e não queria acreditar...

Não pode representar os pais portugueses...
LUÍS  GRAÇA

 

Ex.mos Senhores
 
Desde já agradece o papel que tem desempenhado em defesa do direito das crianças e da família.
Tenho recebido as vossas informações, as quais tem merecido toda a minha atenção.
 
De facto tenho ficado muito apreensiva com tudo o que tenho lido, subscrevi a petição que apresentaram, mas sem dúvida que de todas as aberrações, esta é a que mais me arrepia.
 
Esse senhor (se é que assim se pode chamar!) ousa representar um movimento da família se, pelo que afirmou, nem sequer sabe o que é isso?
 
As crianças não são propriedade de ninguém porque são seres humanos e não objectos manipuláveis como quer dar a entender Albino Almeida. Mas é no seio da família que se devem desenvolver (sempre que possível, é claro) e é essa família que pode e deve orientar os seus filhos, é essa família que tem o dever e o direito de educar os seus filhos.
 
Efectivamente apetece-me dizer basta.
Apetece-me dizer ao Sr. Albino Almeida que se quer gastar energias com alguma coisa útil não será difícil, uma vez que no seu país,quase tudo está por fazer no que diz respeito ao apoio à familia.
 
Porque já não consigo ficar como espectadora deste filme, coloco-me desde já à vossa inteira disposição para colaborar mais activamente na defesa do direito da criança e da família.
 
Ao Vosso dispor
 
Carla Leal da Costa

 

Parabéns pelo vosso trabalho e vão em frente.

Nós continuamos a apoiar nas bases. É cada vez mais necessário o empenho de todos. Não podemos parar agora.

Bem hajam

Cristina

 

Agradeço que me sejam enviadas notícias do MOVE
 
Já agora, aproveito para felicitá-los pelo vosso empenho em prol das crianças deste país de forma a que cresçam equilibradamente a todos os níveis, assim como ao direito que nos assiste a escolher a educação sexual que entendemos dar aos nossos filhos, de acordo com as nossas convicções morais, éticas e até religiosas.
Obrigado
 
Sérgio Gomes

 

Há cerca de 5 anos, numa escola particular, na zona de V.N.Famalicão, foi distribuído material de propaganda da APF, aqueles e outros que se podem encontrar em http://www.apf.pt/catalogo/materiais.htm.

 

Enquadrava-se esta acção no âmbito do projecto de Educação Sexual do Gabinete de Psicologia. Sendo o projecto conhecido da direcção o material entregue foi efectuado sem que a mesma se pronunciasse sobre os seus conteúdos.

 

Em 11 de Julho de 2001 escrevi uma violenta reclamação sobre o facto que teve bastante eco e impacto na comunidade educativa. A direcção suspendeu de imediato todo projecto em curso de forma imediata e irrevogável.

 

Se bem o fez em devida altura é triste que passado cerca de 4 anos da minha carta, nada ou muito pouco se tivesse feito, tendo-se perdido a oportunidade de intervir junto de uma geração de alunos do secundário que entretanto partiu. A questão continua parada, sem que se perceba a razão.

 

Sem uma intervenção forte dos pais que sustente e dê alento à mudança muito dificilmente grande coisa será alterada, continuando-se a perder oportunidades em cima de oportunidades.

 

È preciso intervir pelos nossos filhos!

 

José Manuel

 

Ao MOVE

Acabo de ler o email onde se diz que a APF acusa o MOVE de denúncias falsas a respeito dos actuais programas. Dei-me ao trabalho de verificar o material didáctico que me foi passado (e não certamente inventado!) e só tenho a reafirmar o apoio que dei ao movimento do MOVE, bem como a opinião que igualmente enderecei à APF, no espaço do site reservado a comentários.
Independentemente da necessidade de alargar conhecimentos e sensibilidades (que pode perfeitamente concretizar-se de forma mais natural e inócua), não se percebe por que razão os organismos responsáveis por estes programas, por estes livros e por concepções incrivelmente dirigistas do que se deve ou não descobrir, do que se deve ou não dizer, em matéria de sexo, se opõem ao seu conhecimento público, em vez de assumir que é este  o padrão que preconizam!
Ou será que, quando vindos a lume, estes critérios perdem eficácia? Que esta depende inteiramente do poder do "segredo" em que a dita experiência pedagógica tem decorrido até agora?
Afinal, verificamos que a educação sexual não terá perdido em matéria de "tabus" - pelo menos, no que toca aos promotores desta modalidade!

Maria Azevedo

 

Cumpre-me, em nome da "jovem" Rio Tejo Viva, associação representativa de cidadãos de Setubal, Santarém e Lisboa, manifestar o apoio ao Movimento de Pais na iniciativa contra este tipo de educação sexual.

Entendemos que deve existir uma educação sexual, mas esta nunca poderá ser ministrada "despida" dos valores fundamentais da dignidade da pessoa humana e da familia.

Este programa foi certamente, e há que chamar as coisas pelo nome, elaborado por quem apresenta vários sintomas de desiquilibrio psicológico, ou mesmo, comportamentos próximos da pedofilia.

Ficamos disponiveis para o contributo que nos seja possivel.

Com os melhores cumprimentos,
RIO TEJO VIVA - Associação Cívica
P'la Comissão Instaladora

Mário Rui Mota

 

Primeiro que Deus vos dê força e a coragem suficientes para "atacar" esta luta tão desigual e desonesta que se está desenvolver em todas as frentes.
 
Sou explicadora de línguas (sou licenciada em Germânicas e fui empregada da banca,  onde trabalhei durante 30 anos, como tradutora). Sou católica, casada, mãe de três filhos já casados também e avó de, apenas, dois netos: 9 e quase 3 anos.Como casal, pertencemos às ENS-Equipas de N. Senhora. Dou estes dados para o caso de vos poder ser útil em algo que achardes conveniente.
 
Quando acima refiro que a luta é em todas as frentes, horas do dia e lugares desta terra parece-me que vos estou a transmitir aquilo que sinto: quase não temos espaço para nos "mexermos" a nível cultural e social (já nem falo no religioso, porque sendo o mais importante tomar-vos-ia muito tempo para escrever sobre assunto que vós sabeis, mais do que eu com certeza), pois com este verdadeiro "bombardeamento" sentimo-nos literlamente sufocados.
Há dois ou três dias vi na televisão aquele programa que penso chamar-se "Estes difíceis amores" (se onome não é o correcto, pelo menos, a ideia é esta), em que um dos intervenientes é o Sr. Prof. Júlio Machado Vaz (neste programa-por acaso-mais moderado que a sua companheira de programa). Então era convidada (o) uma senhor(a) que, entre as diversas ideias que deixou passar, houve uma que realmente me deixou espantada. Dizia que "uma criança tem de ter conhecimento de todas as realidades que existem a nível das diferentes opções sexuais de cada um. Defendia, que um dos melhores veículos para esse tal conhecimento que a criança devia ter era a adopção por homosexuais. Este assunto já suficientemente conhecido e infelizmente, em alguns casos, já concretizado, não me espantaria. O que realmente me surpreendeu foi o argumento: para uma criança ter conhecimento do que é uma opção sexual tem de viver no meio dessa opção sexual. Então para uma criança conhecer um cego tem de ser adoptada por um casal de cegos? Para uma criança conhecer um deficiente tem de vier com eles? Não quero magoar ninguém nos exemplos que dei. Graças a Deus que são coisas bastante diferentes e peço perdão às pessoas que estão nessas situações, mas é apenas para sublinhar o facto de, se alguém quiser conhecer uma "excepção" melhor, terá de ser obrigada a lidar com ela, a viver com ela?!
 
Peço desculpa pelo tempo que vos tomei.
 
Obrigada e que tenham muito "sucesso" com a ajuda de todos aqueles a quem resta ainda um bocado de bom senso e são muitos graças a Deus!!! 
 
Maria Amaral

 

Ex.mos Srs.

A vossa comunicação de hoje( muito útil e importante como as anteriores), chocou-me especialmente ao tomar conhecimento das posições da actual direcção da CONFAP em matérias educativas muito delicadas como é a educação sexual em meio escolar.

É uma posição irresponsável em termos pedagógicos e também associativos, pois é anti-estatutária, porquanto um dos deveres da CONFAP é " defender os interesses morais, culturais e físicos dos educandos". ( Art.º 5.º dos Estatutos da CONFAP, com registo notarial de 10-4-1986).

Assim, os pais e encarregados de educação e as suas Associações deveriam agir em conformidade,urgentemente.

Falo como pai( de filhos que já não estão nas escolas), como cidadão, e como ex-membro do conselho executivo da CONFAP nos anos 80.

Devo informar-vos que enviei uma carta à Sr.ª Ministra da Educação, acompanhada de um memorando; na carta pedia a suspensão do falado documento(livro) " Educação sexual em meio escolar. Linhas orientadoras", como já o havia feito há dois anos em carta ao ministro David Justino.

Faço votos que o Movimento de pais se expanda e consiga atingir os objectivos que indicaram, que são importantes para que os pais possam voltar a ter filhos nas escolas públicas do nosso país.

Recebam a minha solidariedade e melhores cumprimentos.

(Em anexo envio o texto da carta referida. Também poderei enviar o texto do memorando.)

José Pereira

 

Ex.mos Srs., 

Sou o responsável por um grupo de Jovens na Paróquia de Queluz cujo carisma é a reflexão sobre os problemas do mundo actual e a resposta que Jesus Cristo lhes dá. Como tal, não podemos ficar indiferentes a esta problemática da Educação Sexual. Chocado como estou, vou propor que o Grupo de Jovens leve esta petição à sua comunidade e recolha assinaturas, para posterior envio para V.Ex.as. Mesmo que sejam poucas as assinaturas que consigamos recolher, todas elas serão bem vindas para tentar parar com este verdadeiro assassinato da educação que pretendemos dar aos que um dia serão nossos filhos.

Nuno Gonçalves

 

Ao Movimento MOVE
 
     Eu e minha esposa, professores de EMRC, agradecemos o vosso empenho
nesta causa, até porque temos a experiência deste tipo de educação sexual
nas nossas escolas e contra o qual tentamos já fazer alguma coisa:
intervenção crítica nestas sessões chamando a atenção para outras dimensões
da educação sexual, sugerindo a participação de outros movimentos, como o
MDV, etc. Contudo, os resultados são escassos. Somos anões a combater contra gigantes...
Junto cópia de uma carta que enviamos à Sr.ª Ministra Com os nossos cumprimentos Almada, 5-6-2005
                              Domingos Lopes e Júlia Alves

 

Ex.mos Senhores
Congratulo-me com o resultado do esforço empreendido por V. Exas. Agradeço a informação que me foi possibilitada. Um grande bem hajam, pelo sentido do
exercício activo de cidadania demonstrado e que fez prevalecer o bom sensso
nas matérias em questão.
Com os melhores cumprimentos
António Carlos

 

Ex.mos Senhores

Venho por este meio solicitar que me enviem todos as informações que o Move for emitindo no âmbito da campanha que tem oportunamente empreendido a favor de uma clarificação do que andam a fazer com os nossos filhos nas pseudo educações sexuais. Já assinei a petição on line e recebo os vossos mails através de outros amigos que mos reenviam. Mas se possível gostaria de receber em primeira mão a informação que for sendo editada neste âmbito. É que tenho 3 filhos em idade escolar e estou profundamente preocupado, se bem que os estabelecimentos que frequentam me dêem algumas garantias neste aspecto.

Estou disponível para dar algum apoio na zona de Braga.

Jorge Teixeira

 

Estou cada vez mais procupada e alarmada. Não podemos deixar os nossos jovens e adolescentes entregues a um pseudo_amor frustrante.
Anexo o que me veio aos olhos nas buscas que vou fazendo e que enviei à jornalista do Expresso.
Estou com todos os que querem denunciar esta trágica situação (em que estivemos adormecidos) e apontar pistas alternativas para uma Educação Sexual sã e construtiva.
Coragem neste trabalho que é muito árduo, que precisa de ser implementado com AUTORIDADE, proveniente de quem procura a VERDADE, sem prepotência, arrogância ou domínio de uma pretensa educação (deseducação) escolar.
Maria Teresa 

 

Só para fazer notar que a matéria em causa - sistema reprodutor, anticonceptivos, doenças, sida, etc - é dada no 6º ano e repetida com mais desenvolvimento no 8º ano, e que em quase todas as escolas lá costuma ir uma enfermeira falar da sida e massacrar com a história de como se utilizar bem um preservativo, pelo que ninguém pode dizer que falta informação.

Herlander Leitão

 

Encontrei este site da apf com toda a informação que vocês nos tem estado a fornecer, e a introdução manifesta claramente a pouca clarificação de conceitos sobre a pessoa humana e a sua dimensão para o amor, e defende uma sexualidade baseada só em critérios pessoais.
Obrigado pelo vosso trabalho

José da Silva

 

Não posso deixar de elogiar a vossa coragem em desmascarar a forma como a experiência piloto de educação sexual na escola está a ser implementada. Acho incrível que, apesar de tantos livros terem sido publicados por professores competentes, apenas os ligados directa ou indirectamente à APF, tenham sido indicados.

Fui professora de Biologia durante 36 anos e sempre me preocupei com a falha nos programas escolares de uma educação da sexualidade para promover a formação integral da pessoa humana e a sua realização relacional. Quase no final da minha carreira de professora publiquei, em co-autoria, o livro "Educação da sexualidade no dia a dia da prática educativa" editado por Casa do Professor, Braga, 2002, numa tentativa de apoiar os professores e pais no seu trabalho nesta área.Foi um livro que, pura e simplesmente foi ignorado pelos senhores do ME, embora tenha sido apresentado em Coimbra na Casa Municipal da Cultura pelo Professor Doutor Adriano Vaz Serra; em Braga, na Faculdade de Filosofia, pelo Professor Doutor João Duque e referido na TV pelo Professor Marcelo Rebelo de Sousa.

Contem comigo para o que for preciso

Maria Emília Seabra

 

Faço parte ad associação de pais da escola dos meus filhos  e tenho que admitir a minha competa ignorância quanto ao conteúdo deste programa. Há realmente que travar esta iniciativa e por isso vos felicito, parabéns! Encontro-me a elaborar um conjunto de assinaturas na empresa em que trabalho para aderir ao v/ apelo. Muito obrigado por estarem connosco! H.F.

 

Queremos manifestar o nosso apoio e a nossa adesão aos protestos apresentados pelo "MOVE".
   Assim sendo, também a nossa associação - "SABOR DA VIDA" - adere ao Movimento de Pais.
 
           Pelo grupo de voluntários, trabalhadores da Ass. "S.D.A.",
                              Eugénia Botelho

 

Aos promotores da Associação de Pais MOVE

Tenho seguido com assombro e preocupação a polémica que o Expresso desencadeou e a que o MOVE veio dar seguimento. Não tenho filhos mas tenho a meu cargo um sobrinho e, como professora que sou (actualmente do Ensino Universitário mas em tempos também do Secundário), não posso deixar de  sentir alguma parte de responsabilidade no futuro das novas gerações, que vejo ameçadas por novas formas negativas de "consumo", desta vez propiciadas (quando não impostas!) por programas arrevesados de Educação Sexual.

A preocupação acresce quando verifico que já há vários anos os próprios promotores denunciaram os seus efeitos nefastos na construção da personalidade - pessoal e social - dos alunos, sem que isso tenha no mínimo afectado ou levado as autoridades competentes a repensar as medidas propostas.

Em princípio, não vejo a utilidade de uma Educação Sexual específica; sou, sim, a favor de uma acompanhamento especializado, por parte de psicólogos e professores, que cubra as necessidades de esclarecimento que crianças e adolescentes vão manifestando (porque nem todas crescem, neste âmbito, ao mesmo ritmo). Naturalmente que as aulas de Ciências Naturais e Biologia devem ser, em questões objectivas particularmente atentas aos aspecto ligados à Educação Sexual (como sei que está previsto, pois a minha irmã era professora deste ramo, no Ensino Secundário).

Nesta questão de "mau senso e mau gosto" estranho sobretudo o silêncio de que a experiência foi rodeada, pois nada de semelhante aconteceu com o meu sobrinho. Contudo, vim a saber que há de facto escolas-piloto (como a de Lordemão, em Coimbra) aonde a famosa Educação Sexual era já ministrada em esquema semelhante ao previsto. E que, num caso pelo menos, as consequências foram bem negativas.

A filha adoptiva de uma amiga minha transferiu-se para lá a meio do o 8º ano, depois de se concluir que seguiria mais facilmente um curso sócio-profissional. A mãe adoptiva pensava que várias referências que ouvia a matérias de âmbito sexual, ministradas com o recurso a computadores, seriam exgeradas, e em parte fantasiadas, pela filha. Mas não era  o que acontecia, como  se veio a verificar: mais ou menos dois meses depois de ter ido para a dita Escola, a jovem de 15 anos encontrou quem lhe ilustrasse, de forma prática e certamente mais interessante, a matéria" leccionada".

Tratava-se, infelizmente, uma passoa indesejável, que só provocou estragos na família. Mas não era possível já controlar já a miúda: foi mãe aos 15 anos, casou aos 16 por exigência de que não abdicou, tem mais um filho e está já separada. Não quer estudar mais, embora sabendo que sem o 9º ano lhe será muito difícil encontrar emprego. E é bem de ver que a vida familiar não melhorou ...

Segundo entendo, é uma situação-padrão, que  não foi com certeza a primeira nem será o última. É caso para dizer-se que, ao contrário do que seria de esperar, não é a Escola que intervém como factor de compensação de um equilíbrio emocional e familiar nem sempre existente, mas antes o contrário: requere-se que a família tenha um suporte muito estável para impedir as consequências nefastas de experiências que têm origem na própria Escola ... É lamentável!

Não posso, portanto, deixar de apoiar vivamente a inicativa do MOVE (cuja petição assinei já por mail) no sentido de chamar à responsabilidade, se não os organizadores de tais programas, pelo menos o poder político que suporta os respectivos custos e que deverá  ter a última palavra. E, com as notícias do déficit a crescer, será fácil fazer notar que o país não pode dar-se ao luxo de continuar a desbaratar dinheiro para alimentar o ego (e talvez não só ...) de uns quantos que pretendem, a toda a força, estar "na crista da onda"...

Com votos fundos pelo bom êxito da iniciativa os os melhores cumprimentos da
M.T.A.

 

Parabéns por esta iniciativa e pela coragem que ela representa ao desmascarar essa pretensa (des)educação sexual que o ME, instrumentalizado pela APF pretenderam implementar junto dos nossos alunos, sem o mínimo respeito pela sua sensibilidade e fazendo tábua rasa dos valores que qualquer responsável relacionamento sexual entre dois seres humanos deveria implicar. Ao limitar-se ao plano fisiológico esta pretensa "educação sexual" não passa de um incentivo à libertinagem sexual.
É urgente, pois que pais e professores responsáveis e preocupados com a educação global dos nossos jovens e crianças denunciem esta mistificação a que chamaram "educação sexual" e exijam o completo esclarecimento do protocolo entre o ME e a APF.
José Cerca

 

Caros amigos: Muitos parabéns pela iniciativa. O Cenofa, Centro de Orientação Familiar, quer aderir à petição contra o actual programa de Educação Sexual. A nossa morada é Rua do Possolo, 11, 3º, Lisboa ( Campo de Ourique). Cumprimentos amigos, Fátima Fonseca ( Presidente)

 

Força !  Não desistam !  Não nos podemos calar ! 
 
João Pinheiro

 

Muitos parabéns pela vossa iniciativa. Consideramos extremamente importante a simples possibilidade de partilharmos as nossas preocupações  e de fazermos algo, de forma concertada, para corrigir o que for possível. Contem connosco para o que for necessário.

MF e SM

 

Boa tarde,

Parabéns pela vossa rápida iniciativa! Espero que as assinaturas continuem a chegar e que consigamos reverter a situação degradante criada nas escolas onde estudam  os nossos filhos. Muito obrigada!

Amélia Coutinho

 

Ao Movimento

Caso concordem sugiro a divulgação da carta escrita por W.R. Coulson, Ph.D.,Ed.D. no jornal Expresso de 28/05/2005 intitulada "Carta aberta aos pais portugueses" publicada na página 24, do primeiro caderno.

Chamo sobretudo a atenção para o seu pedido formulado no fim da mesma que reproduzo: "Por isso (e se me é permitido falar com emoção): retirem das escolas esse modelo de educação sexual. Amanhã será tarde demais. Eu ajudei a criar o monstro. Por favor, ajudem-me a matá-lo."

Tive ocasionalmente a oportunidade de conhecer o Prof. William Coulson e sinto com ele a angústia que justifica este seu pedido.

António Vaz

 

Obrigado pelo vosso esforço em alertar para os reais perigos que corremos no processo educativo dos nossos filhos.

Armando

 

Quero ser uma pedrinha_rocha e firme, na defesa da Família. Força, Sabedoria, Coragem. Obrigada
 
Maria Teresa Silva

 

É isto tão só - quero receber notícias do Move (às tantas já me inscreveram
porque já recebi um mail vosso)para poder colaborar no que me for possível.
Tenho 4 filhos menores e há muito que me preocupo com esta questão da
educação sexual nas escolas. Aquando da entrada do meu filho mais velho, há
4 anos, para o 1.º ciclo, entreguei na escola para ficar apensa ao seu
processo individual uma declaração impedindo o meu filho de participar em
acções promovidas pela APF e pela ABRAÇO e a solicitar ser informada em
relação a outras iniciativas para poder ou não dar autorização. É pois com
grande alegria que vos apoio.
Fátima Vilaça

 

Obrigado.
Obrigado pelo vosso exemplo de participação, de não encolher os ombros.
Obrigado.
Um grande obrigado para todos os que estão a participar nisto E PARABÉNS AO
JORNAL "EXPRESSO" que de forma isenta, fez uma grande notícia, uma notícia
com um enorme impacto em todo o País, sobre uma coisa que intersssa a
milhões de pessoas mas que pelos vistos nenhum de nós conhecia.
Pelo seu profissionalismo e correcção da sua notícia, as duas jornalistas do
Expresso estão de parabéns.
Francisco Vasconcelos

 

Muitos parabéns pela iniciativa e rapidez. Geralmente criticamos e nada
fazemos. Os Senhores agiram rápido e bem conseguindo já bastantes apoios.
Coragem e contem connosco.
JD e MA

 

Sou professora de EMRC, e assumo com naturalidade que há muitos anos que a Educação Sexual está presente nos programas desta disciplina. Contudo, não temos uma visão redutora da sexualidade e centramo-nos na educação dos afectos. Esta é a questão essencial a abordar com as crianças e adolescentes, e é a área esquecida nos "manuais" de Educação Sexual. Como professora e como mãe, pretendo dar todo o meu apoio a este movimento, tendo por isso já assinado a petição e esperando receber notícias regularmente.
Cordialmente

Mª João Palma

 

Acho que o tema é demasiado grava para se tentar resolver por assinaturas.
 
O facto de se estar a fazer experiências não testadas com crianças indefesas, havendo técnicos que se pronunciam pela desadequação e poderem ser "pertubadoras e agressivas", parece-me que será susceptível de intervenção judicial.
 
Porque não meter o Estado em tribunal por incúria grosseira e colocar uma providência cautelar para que o programa seja de imediato parado?
 
Acho que apenas o anúncio público de uma tal situação, independentemente de se fazer ou não ou se o caso é passível de tratamento judicial, imprimia uma urgência na resolução do problema e dava força às assinaturas.
 
Não esquecer ainda que uma iniciativa desta permitia tempo de antena útil para ligar esta falta de responsabilidade com a outra que decorre da liberalização do Aborto.
 
António Coutinho

 

Muito bem. Têm toda a razão.
Ainda bem que surgiram.
Francisco de Vasconcelos

 

Parabéns pela iniciativa. E muito obrigada por todo o empenho dedicado à defesa de valores tão fundamentais como os transmitidos na petição e no mail infra.
 
Maria Inês Graça

 

Sou presidente de uma Associação de Pais e nessa condição começo por felicitar o MOVE pela pronta iniciativa!
Como mãe... bem faltam-me as palavras....
Defendo uma Educação Sexual séria, não que se atente à inocência das crianças, que se desmonte a ideia do namoro como algo de muito bonito e puro, impondo-lhes conceitos realmente violentos.
Tenho três filhos que, não raras vezes, me colocam questões sobre sexualidade.
Tento sempre dar-lhes uma resposta séria, "limpa" mas percebo que influências exteriores como as da televisão acabam por "inquinar" todo o meu discurso.
Contava-me uma amiga que a pediatra da sua filha estava indignada tudo porque uma menina de apenas 11 anos queria tomar a pílula apenas porque todas as suas amigas já o faziam. Inocência perdida precocemente?
Sexo por sexo, sem amor? Apenas mais uma prática?
Estou convosco!
Parabéns!
 
Sofia Ribeiro

 

Plenamente de acordo. Parabéns pela mobilização. Que haja quem defenda os Direitos das crianças!!!
 
Teresa Lacerda

 

Olá Caros Amigos
 
Estou muito satisfeita com a medida tomada por vós!
Já há alguns anos que me tinha apercebido deste descalabro!
Ao falar com os que me rodeavam apercebi-me que tinham falta de informação e que pensavam que havia exagero da minha parte.
Finalmente,  a notícia do Expresso acordou-nos para a realidade!
O movimento de Pais - Move- é a resposta ao anseio de vários pais durante estes últimos anos.
Felizmente, há quem se una para defender a democracia e a liberdade que os progenitores têm em educar os seus filhos segundo os valores que defendem.
 
Adeus,
Helena Cardoso

 

Acho verdadeiramente escandaloso o célebre programa de educação sexual.
Nós, adultos, temos a liberdade de responder ou de mandar passear quem nos fizer perguntas íntimas. Isso depende do critério de cada um. Mas temos essa liberdade.
A que propósito as nossas crianças devem ver devassada a sua privacidade sendo obrigadas a responder em público, a uma autoridade superior como o professor, a perguntas directas do tipo "Já te masturbaste? Onde? Com quem?
Partes do corpo que gostam que sejam tocadas?!
Todas as palavras e palavrões que sejam sinónimos de zonas erógenas?!"
Mas que educativo...
Se eu falo abertamente com o meu filho adolescente de tudo e não me acho no direito de lhe perguntar se se masturba ou com quem, ou de o obrigar a tomar banho à minha frente e a demonstrar todas as suas manifestações de sexualidade, com que direito vão desconhecidos, não sei com que formação ou com que orientações, violentar a sua intimidade? O professor, para dar o exemplo, também deve contar os pormenores da sua vida sexual, para pôr à vontade os alunos?
Ou os professores têm o direito de  preservar a sua vida privada, e só aos alunos não é conferido esse direito fundamental?
Uma coisa é Educação Sexual, outra é promiscuidade e falta de dignidade. Perguntas directas e íntimas com que torturam as vítimas indefesas, dá-me mais a impressão de curiosidade mórbida, de pornografia infantil, de pedofilia até...
Parece um teste aos meninos da Casa Pia...

Ana Isabel

 

Educação Sexual ou Iniciação na Masturbação.

Activistas da Decadência em Portugal 

Passo a citar duas frases que estão no livro que apoia o programa oficial de Educação Sexual no Ensino Básico e Secundário em Portugal:Aprender a realizar a masturbação, se existir, na privacidade”. Será que a masturbação em público e em grupos já estará tão espalhada que constitua um vício público, ou que o tal Portugal  moderno  chegue à tal auto-estimulação sem ser notado pelo público? !

Nas linhas, ou melhor, nas entrelinhas sente-se um zelo ardoroso de libertar, não importa para quê, de libertar, um povo que pensam zéquinha, de criar um novo cidadão, um cidadão satisfeito cuja auto-estima seja veículada para a “auto-estimulação” palavra moderna que deve substituir a palavra masturbação dado que esta cheira a mofo. A modernidade quer auto-estimulação sem satisfações a dar!... A pequenada não deve ser privada desta modernice e deve saber que os seus pais não tiveram esse privilégio e que a culpa se deve à Igreja, ou melhor, à educação tradicional. Mas vejamos o que o livro diz na página 88: A actividade de auto-estimulação “é, no entanto, fonte de prazer e por isso também de culpabilidade, pela associação, na educação tradicional, de mensagens negativas sobre o prazer sexual e a masturbação em particular. Esta é mais precoce nos rapazes e mais dissimulada, e não consciencializada, nas raparigas, as quais, também por razões anatómicas, exploram menos frequente e directamente os órgãos sexuais”.

A sexualidade é uma força vital global que não pode ser atada quer à culpa quer à libertinagem. Quem se propõe destruir o “tabu” da sexualidade no que ele tem de mais genuino e são, ao destruir a intimidade e a privacidade, como querem muitos pensadores livres e naturalistas, destroi a personalidade, a cultura , não tanto a propriedade privada.

Em campanha, como se se estivesse em África, e em nome de especialistas elabora-se um Programa de Educação Sexual nas Escolas que se torna mais um impeditivo duma boa educação sexual necessária. É irresponsável porque redutivo e não considera os encarregados de educação. Parte do princípio errado de que se pode revolucionar o mundo através da instrumentalização do sexo, sem princípios éticos como dignidade, intimidade e outros valores etiquetados de burgueses. Há exercícios propostos aos alunos que fomentam o veuyeurismo de professores, a sedução de menores, o abuso sexual, o trauma ( é bem conhecido na psicologia que o exercício da masturbação leva à dependência e à necessidade de o repetir). A sexualidade é muito abrangente e implica com todo o ser humano desdo o impulso mais baixo até ao mais sublime e espiritual.Nota-se irresponsabilidade e uma falta de critério no trato e na intenção do programa.. Bom senso porém não se aprende nas universidades nem nos ministérios.

Um despudor: uma ideologia tão descarada! Será que o bom-senso em Portugal estará à disposição. Quem vive fora de Portugal chega por vezes a ter a impressão que em Portugal há uma propensão, a certos níveis, para o extremismo. Estamos expostos a tudo, sem protecção, expostos às maiores estupidezes de alto nível, desde que assinadas por algum perito português acreditado por algum perito estrangeiro (Como se para cada ideologia não houvesse as ciências subsidiárias,  seus peritos e correspondentes investigações científicas com os resultados pretendidos; cfr. tendências da pedagogia e da psicologia e ocasionais subserviências). O dogma científico já não pega em sociedades avançadas. O que aqui se observa não seria possível nos ministérios da educação da Alemanha. Enquanto que nas sociedades mais avançadas se procura, já desde há algum tempo, questionar os excessos freudianos e mesmo corrigir alguns erros cometidos em nome duma libertação sexual, em Portugal começa-se pelos erros. A ideologia pode muito. Ou será que em Portugal se quererá pouco a pouco desmitificar os casos de pedofilia da Casa Pia e mais? Na base disto está um fundamentalismo racionalista longe de toda a realidade humana. Na defesa do espíritp da época (Zeitgeist) querem diminuir ou destruir uma norma moral dinámica. Não têm nada para dar, a não ser o combate sistemático e indiferenciado à tradição; os resultados estão à vista! Tudo deve estar ao serviço do espírito da época: a arte, a pedagogia, a ciência, o estado e a fé. Neste ambiente, o povo até se sente inseguro, porque ao ouvir pessoas letradas são levados a questionar o próprio bom senso não notando a pobreza de espírito de muitos daqueles que os orientam. Em tudo isto há muita irreflexão e superficialidade. Não devemos porém esquecer, que nos centros do poder e da ciência se encontra em grande parte uma geração bem instalada (mas contra o estado), superficial e militante, “a geração de 68” e em Portugal além destes há, entre outros, aqueles que nos primeiros tempos do 25 de Abril faziam das aulas da universidade comícios não suportando professores exigentes. O tempo não chegava muito para estudar, e  Marx ou Engels eram demasiado difíceis... Chegavam umas sebentas que os estudantes mais cuidadosos preparavam... Na altura havia muita falta de ardinas. Assim se desperdiçou um momento histórico...assim se vai de doença em doença... Os resultados estão cada vez mais à vista, mas tudo vale em nome do progresso.

Não há rigor, apenas método e intenção. Saber não vale, o que vale é a opinião ou quando muito um saber opinioso e dogmático unilateral; a escola é banalizada e instrumentalizada. Amanhã queixar-nos-emos de barbaridades e das atropelias sexuais.

Não se trata de impedir o tratamento dos temas na escola; o que está em causa é o fomento das ideologias que estão por trás dos temas e das didácticas e a falta de respeito pelas crianças e de responsabilidade pelo futuro dum país... Pensadores livres, naturalistas  e uma esquerda marxista militante querem uma outra república. Para uma certa gente não há medidas a tomar quando se trata de destruir tudo o que para eles possa cheirar a tradição. Agora é a época dos sacristãos da decadência. Os valores que nos tornaram grandes na história são combatidos sistematicamente. Isto é apenas um sintoma do estado doentio e decadente da nossa sociedade portuguesa que teima em continuar ao toque duns estrangeirados.

António Justo

 

Caros amigos
 
A APFN - Associação Portuguesas de Famílias Numerosas congratula-se com a formação do MOVE - Movimento de Pais e dinamismo já revelado em poucos dias, numa luta que também é nossa - liberdade de escolha dos pais do projecto educativo para os seus filhos e respeito por essa liberdade por parte do Estado e do resto da sociedade, como está previsto na Constituição mas que o Estado Português tem esquecido feito esquecer.
 
Bem hajam!
 
Força!
 
Fernando Castro
Presidente da Direcção
 
APFN - Associação Portuguesa de Famílias Numerosas
Rua 3A à Urbanização da Ameixoeira
Área 3, Lote 1, Loja A
1750-084 Lisboa
 
Tel: 217 552 603 - 917 219 197
Fax: 217 552 604
 
"Uma criança é feliz se tiver pai e mãe.
Uma criança é muito feliz se tiver pai, mãe e irmãos."

 

Como apologista de uma educação sexual responsavel na escola na idade certa, apoio totalmente a vossa iniciativa.A rapidez e intensidade do apoio à petição é de tal maneira grande que é noticia em si, que pode interessar o Expresso.
 
Por sinal escrevi ontem mesmo a uma professora da minha filha de 5 anos, que tinha promovido uma conversa sobre "namorados", e à pergunta de uma das crianças se não havia problema dois rapazes ou duas raparigas serem namorados, tinha respondido que não havia problema nenhum.
 
Acção como a minha carta, e ainda mais a vossa petição, são essenciais.

Peter Villax

 

Este artigo do Expresso deixou-me sem palavras. O que quer esta gente que
propõe semelhantes absurdos? Até parece um convite à pedofilia! Eu só posso
manifestar uma enorme indignação. Tudo o que disser é pouco para expressar o
que penso disto! Mas que governantes temos nós, afinal? Insurgem-se contra
os pedófilos, nomeadamente da casa Pia, por roubarem a inocência e a
infância às crianças e agora querem aprovar manuais que contêm barbaridades
destas?! Está tudo doido!

Obrigada por nos alertarem. Continuem a lutar contra a insanidade que está a
tomar conta do nosso país.

Melhores cumprimentos
Teresa Carvalho