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Manifestações de Apoio
Envie um email para
parabens@move.com.pt
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Bom dia,
Sou pai de duas crianças e
sinto-me bastante incomodado com toda esta falta de
planeamento, bem como com o modo como se está a
pretender generalizar o facto real de alguns pais não
terem capacidade / vontade para educarem os seus filhos.
Gostaria de poder ser
útil.
Sou residente em Carnaxide.
Cumprimentos,
João Ricardo Pereira |
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À Direcção do Move,
Agradeço o envio do
vosso parecer sobre Educação Sexual em Meio Escolar
e felicito-vos pelo bem fundado e seriedade da vossa
posição. Estou formal e substancialmente de acordo e
não deixarei de, com a devida vénia, me socorrer da
vossa argumentação sempre que necessário.
Com cumprimentos de
muito apreço,
Manuel Correia de
Jesus
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Caros amigos
Quero dar-vos os parabéns pela qualidade do vosso
parecer! Será precisa uma dose imensa de preconceito
para não reconhecer a força das razões que expõem.
Inclusivamente, o tom cordato e objectivo da
redacção é de aplaudir.
Parabéns por tudo!
José Maria C.S. André
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Caros amigos,
Apoio completamente
a análise que fazem do problema e a forma como o
apresentaram à Sra. Ministra da Educação.
Eu tenho 6 filhos
(os 4 mais velhos em escolas públicas) e já tive a
experiência de discordar de aulas de educação sexual
(ES) ministradas numa das escolas. Há dois anos, por
intermédio da Associação de Pais da escola, tive uma
entrevista com a Presidente do Conselho executivo a
quem expus muitas das ideias que estão escritas no
documento que enviaram agora à Sra. Ministra.
Percebi na altura
que apesar da dita presidente do conselho executivo
ser uma pessoa de bom senso, o problema vem de cima
e que a escola: (1) tem que leccionar ES e (2) não
tem que pedir opinião aos pais porque não pode pôr
sequer a hipótese dos pais discordarem da abordagem.
Bem hajam pelo
trabalho que estão a fazer na MOVE!
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Tenho acompanhado esta
questão o mais de perto que consigo e creio ser urgente
clarificar 2 factores cuja aceitação se traduzirá num,a
abordagem mais ampla da questão; 1º REDIGNIFICAR A
FAMÌLIA, sem preconceitos e sem necessidades de
explicações aprofundadas, ser família com Pai Mãe e
Filhos não é ser anti-homossexual, anti-famílias mono
parentais, anti familias reconstituídas; NÃO !!!! Chega
de ter uma sociedade que ainda olha a Família como um
reduto bolorento do Salazarismo!!!
Confesso o meu cansaço!!!!
Sou casada e tenho 3 filhos com o 4º a chegar
diáriamente pago por ter uma família dita Tradicional, e
somos nós que a mantemos com esforço e paixão.
ESTE 1º Ponto destina-se ao Estado
2º Uma sociedade só se democratiza se assentar na
reformulação da EDUCAÇÃO, não se pode pressupor que
todas as famílias são capazes e querem incentivar e
ensinar os seus filhos a serem bons cidadãos e a
progredirem, devem existir complementos que permitam
fomentar a questão da verdadeira igualdade de
oportunidades. Trabalhar com as Famílias!!!
Este desabafo está pouco estruturado mas é hora de
almoço e são várias as solicitações... Talvez a noite me
permita um reflexão mais elaborada!
Rita Clara
Casada, Mãe de 3 ( Quase 4) Professora |
Parabéns e força para
o vosso trabalho notável.
Junto envio uma proposta que está a nascer para os pais
dos Colégios de Coimbra e que pretende ser alternativa á
ideologia dominante e de partido único (=APF) Dário
Tavares
EDUCAÇÃO SEXUAL - PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO DOS
PAIS
Tema Conferencista Data
Educação sexual - os desafios Dr. Carlos Ramalheira /
Dr.º Luís Marques 25/11/05
As etapas da vida e a Educação Sexual - Dr.º Luís
Marques / ou / e / Drª.
Leonor Seabra Pereira 27/01/06
Planeamento Familiar Luísa / Dário Tavares 24/02/06
Doenças Sexualmente Transmissíveis - Professor
Armando de Carvalho 21/04/06
Educar para o amor - Pe. Carlos Carneiro 26/05/06 |
Quero dar os parabéns
por se terem constituido em associação. É
fundamental que haja associações que defendam os
valores básicos da sociedade. Sou mãe de 4 filhos,
pelo que sou associada da APFN. No entanto teria
muito gosto em me associar também a vós. Como não
sei como o fazer, espero um contacto vosso.
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Muito obrigada por
tudo o que estão a fazer pelos nossos filhos. Tenho
3 filhos, de 7, 5 e 1 ano.
Revejo-me em tudo o
que dizem na apresentação de power point. Vou
divulgar.
Maria Ferreira |
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Digo-vos que toda esta
história me embrulha o estômago .
Tenho uma filha de
dois anos , que está no infantário , e espero nunca
ter conhecimento da existência de conversas sobre a
educação sexual , porque parece-me que não ía
conseguir ficar calada e quieta .
Tenho 37 anos ,
considero-me bastante moderna , aprendi sobre
educação sexual entre amigas e colegas , lendo
também algumas enciclopédias que umas e outras
conseguiam " surripiar " de casa dos pais para
mostrar . Não precisei de grandes ensinamentos sobre
o assunto , até porque diga-se que não é tema tão
extenso e vasto que justifique licenciatura .
Comecei a namorar bastante cedo mas achei que outras
situações deveriam ser " atrasadas " até ter
conhecimentos suficientes para evitar surpresas
desagradáveis . E li , e perguntei e ouvi e fiquei a
saber mais do que a minha mãe ou a minha avó , sem
precisar de professores .
Portanto , parece-me
que com a abertura que há hoje entre os pais e os
filhos , mais facilmente a minha filha aprenderá
tudo e mais alguma coisa , mais facilmente tirará
dúvidas quer comigo quer com o pai . Para mais ,
hoje em dia a própria internet fornece material
didáctico interessante , diversificando um leque de
informações que , convenhamos , já existiam em
quantidade mais que suficiente .
Era só o que faltava
um dia a minha filha chegar um dia a casa e dizer-me
que afinal é normal ser-se lésbica ( desculpem-me o
termo , mas se o nosso governo aceita certo tipo de
vocabulário é porque afinal não é calão ) ....ou
outras coisas do tipo !...
Esta gente que se
deixe de tretas porque parece-me que andam aí uns
gays a tentar arranjar tachos para eles e para os
amigos , a tentar transformar este país numa
Tailância ... queima-se as árvores todas ,
constroem-se umas estâncias de luxo , feitas por
aquelas empresas que nós conhecemos bem e cujos
nomes estão por todo o lado , pomos lá um serviço de
menu à la carte , para todos os gostos , e vivemos
felizes para sempre ... Será isso que estão a tentar
fazer a Portugal ? Não têm vergonha na cara ?
Professores a ensinar educação sexual e a
transmitirem juízos de valor ? Mas quem são eles ? A
maioria das vezes uma cambada de frustrados que
queria estar bem longe dali , que pensou que o
professorado era um tacho seguro , etc, etc.
Se estão
tão preocupados com as crianças , com a sua educação
, com a sua formação , financiem então as mães para
ficarem em casa a tomar conta das crianças , a
evitar que elas contraiam doenças umas atrás das
outras , para evitar que comam todo o tipo de
porcarias existentes nos infantários , para evitar
que aprendam a falar com quem pouco domina a língua
portuguesa e dá consecutivos pontapés gramaticais ,
para evitar que passem todo o dia com pessoas "
estranhas " e apenas duas ou três horas por dia com
os pais . Se fizessem isso , gastariam menos com
baixas , menos com comparticipações em medicamentos
, menos com médicos , etc... Mas provavelmente as
crianças seriam mais felizes , menos permeáveis a
certo tipo de conhecimentos que lhes tentam incutir
, menos liberais , andariam menos na rua o que
prejudicaria uns tantos pedófilos que por aí andam ,
etc ...
É lamentável que neste
país só se perca tempo e se gaste dinheiro a fazer o
que não se deve .
Acho muito bem que o
vosso movimento exista e que apareçam muitos iguais
! Penso que já está na hora de o portuguesinho
deixar de ser lacaio , deixar de ser servir e dizer
amen a tudo .
Muito principalmente
porque estamos a falar de uma questão de moral e
bons costumes , que se deverão aprender em casa (
partindo do princípio que em casa eles existem ) e
não com qualquer um professor .
Continuem e lutem
!!!...
Carla Manuela Ferreira
( Maia )
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Ex.mos Senhores
Descobri agora a vossa
existência e já estou solidária com a vossa "luta".
Sou mãe de duas crianças com menos de 8 anos, a mais
velha começará o 2.º ano do 1.ºCEB e além disto
trabalho numa escola secundária, sou psicóloga.
É de facto grave e
preocupante se a Educação sexual em contexto escolar
toma o rumo indiciado pelos documentos que acabei de
ler aqui no "vosso sítio". Como movimento de pais
sugiro se ainda não avançou, uma auscultação do que
se faz de facto nas escolas, através das próprias
associações de pais, e promover uma discussão cada
vez mais alargada destas questões; os pais devem
tomar consciência da importância de tomar atitudes
esclarecidas e de exigência, no sentido de
conhecerem a dinâmica e actividades desenvolvidas
dentro da escola. A escola é colaboradora dos pais
no processo de preparação dos nossos filhos para o
seu futuro como adultos, mas os pais deverão
aprender e até ensinar, a atitude de diálogo e
procura do mútuo entendimento, na discussão franca e
profunda das questões relacionadas com a vida da
escola ao longo do ano (e dos anos).
Maria Madalena Moreira
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Caros amigos
Como pais de três filhas de 17, 15 e 12 anos,
queremos manifestar o nosso agradecimento por esta
iniciativa. É preciso estarmos muito atentos.
Profundamente reconhecidos.
João Mira e M. ira e M. Rosário Luís
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Bom dia,
É minha convicção como mãe, que devemos ter um papel
presente e essencial na
educação dos nossos filhos. Na minha opinião o Estado
não deve substituir os
pais na educação dos seus filhos, deve sim, apoiar e dar
condições para as
familias poderem ajudar a crescer individuos cada vez
mais responsáveis e
respeitadores do próximo.
Tenho que dar os parabéns a este movimento, pois é com
uma participação
activa que podemos ajudar os nossos filhos a crescer
saudávelmente. Obrigado
pela iniciativa!
Paula Duarte
(Mãe de 2 filhos - 4 e 6 anos) |
A minha
Mulher e eu mandamos-vos os nossos sinceros
parabens
pela
excelente actividade desenvolvida em defesa das
famílias portuguesas, de modo inteligente e
eficaz.
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UM EXEMPLO PRÁTICO
DE UMA AULA DE EDUCAÇÃO SEXUAL
Ex.mºs senhores,
Envio o texto
elaborado pelo meu filho, um jovem aluno liceal de
16 anos.
Pretendo sobretudo
alertar os pais para que fiquem a saber como os
nossos filhos (para nós) e cobaias (para eles) são “
ensinados”(?) em sexualidade!
Chamo a vossa atenção
para uma ou duas frases do texto , que mostram de
forma clara a (in)utilidade disto a que se chama
“educação sexual”.
Quem é esta gente e a
que título julgam que os pais são impreparados para
formar os filhos, a ponto de nos quererem subtrair e
substituir, ainda por cima evidenciando um reles e
tão baixo nível, como julgo que estareis de acordo
comigo depois de ler o texto que se segue?
Acção de formação
sobre a sexualidade no dia 21 de Janeiro de 2005 na
Escola [nome retirado pelo MOVE]
No passado dia 21 de
Janeiro (sexta feira), a aula de educação física foi
substituída por uma acção de formação sobre a
sexualidade e um senhor, que não pertencia à escola
mas pertencia sim a uma organização cujo o nome não
me lembro, deu-nos alguma informação sobre o dito
tema.
Começámos por escolher palavras que estivessem
relacionadas com o tema.
Obviamente que da nossa parte, grande parte, foi
asneira mas a outra parte foram palavras correctas
que levaram a debates interessantes.
Tudo o que nos foi
dito já nós sabíamos ou seja esta acção de formação,
na minha opinião e na dos meus colegas, não teve
muito conteúdo mas foi um espaço para rir. Apenas
para rir.
Digo isto porque certas frases (ditas pelo senhor)
foram as seguintes:
-“Se
não lêem revistas pornográficas devem ler. Se não
vêem filmes pornográficos devem ver”.
-”Acho
bem que vejam o camasútra”.
-“Pessoal,
hoje vou dar uma quéca na minha mulher no jardim”
Apesar de me ter rido, não gostei do palavriado do
men. Poderia haver gente “sensível” ou mesmo
raparigas, que ainda assim estavam lá na sala, ou
seja, como um senhor com educação deveria ter tido
cuidado com o vocabulário que usou.
No princípio do texto disse que a
acção de formação não teve conteúdo e continuo a
achar o mesmo porque o senhor apenas nos disse a
quantidade de vezes que se faz sexo nos vários
países por ano.
E
as últimas frases que me lembro ouvir sair da boca
do senhor e que não foram das melhores foram as
seguintes:
-“houve uma aluna minha que me disse que depois de
ter tido relações sexuais se assustou porque o
esperma do seu parceiro tinha entrado na sua vagina
e com esse susto, pôs-se na banheira a saltar para
que o esperma caísse para a banheira. Obviamente que
isso não resultou mas também não se deve lavar a
vagina com o chuveiro, ainda por cima, apontada para
dentro da vagina, pois isso empurrará o esperma para
dentro”.”Por causa dessas brincadeiras, já várias
alunas minhas engravidaram”.
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Aqui vai a "resposta"
muitíssimo esclarecedora à carta que escrevi ao
Agrupamento de Escola dos meus filhos.
Apesar de ter enviado
cópia às associações de pais das duas escolas, não
obtive resposta de nenhuma.
Contei-lhes que soube
que afinal da escola 2+3 de [Nome retirado pelo
MOVE] foram dadas algumas aulas dessas por pessoas
alheias à escola. Uma delas foi a uma turma do 6º
ano onde os miúdos têm idades à volta dos 11 anos.
Durante a aula foram distribuidos preservativos a
todos e tampões às meninas!! A maior parte nunca
tinha visto um preservativo ou um tampão!! Uma
amiguinha das minhas filhas que também é nossa
vizinha, estava nessa turma. Chegou a casa e disse
mostrou à mãe as "prendas" que tinha recebido.
Fantástico, acho que na realidade é um excelente
método para por as crianças de 11 anos a fornicar
desde cedo e a aprender a introduzir objectos nas
vaginas porque é "fixe" e até uma das miúdas da
turma já usa! Por favor!
Sobre este episódio
disse [o Agrupamento de escolas contactado por este
pai] não saber nada e pelos vistos não
fizeram esforço nenhum para saber quem foi e quando.
Foi este ano lectivo e para saber quem foi bastava
perguntar a qualquer aluno dessa turma!
Américo Torres |
[Presidente
da CONFAP defende Estado totalitário]
Ouvi esta declaração
desse Senhor em directo e não queria acreditar...
Não pode representar
os pais portugueses...
LUÍS
GRAÇA
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Ex.mos Senhores
Desde já agradece o
papel que tem desempenhado em defesa do direito das
crianças e da família.
Tenho recebido as
vossas informações, as quais tem merecido toda a
minha atenção.
De facto tenho ficado
muito apreensiva com tudo o que tenho lido,
subscrevi a petição que apresentaram, mas sem dúvida
que de todas as aberrações, esta é a que mais me
arrepia.
Esse senhor (se é que
assim se pode chamar!) ousa representar um movimento
da família se, pelo que afirmou, nem sequer sabe o
que é isso?
As crianças não são
propriedade de ninguém porque são seres humanos e
não objectos manipuláveis como quer dar a entender
Albino Almeida. Mas é no seio da família que se
devem desenvolver (sempre que possível, é claro) e é
essa família que pode e deve orientar os seus
filhos, é essa família que tem o dever e o
direito de educar os seus filhos.
Efectivamente
apetece-me dizer basta.
Apetece-me dizer ao
Sr. Albino Almeida que se quer gastar energias com
alguma coisa útil não será difícil, uma vez que no
seu país,quase tudo está por fazer no que diz
respeito ao apoio à familia.
Porque já não consigo
ficar como espectadora deste filme, coloco-me desde
já à vossa inteira disposição para colaborar mais
activamente na defesa do direito da criança e da
família.
Ao Vosso dispor
Carla Leal da Costa
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Parabéns pelo vosso trabalho e vão em frente.
Nós continuamos a apoiar nas bases. É cada vez mais
necessário o empenho de todos. Não podemos parar
agora.
Bem hajam
Cristina
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Agradeço que me sejam
enviadas notícias do MOVE
Já agora, aproveito
para felicitá-los pelo vosso empenho em prol das
crianças deste país de forma a que cresçam
equilibradamente a todos os níveis, assim como ao
direito que nos assiste a escolher a educação sexual
que entendemos dar aos nossos filhos, de acordo com
as nossas convicções morais, éticas e até
religiosas.
Obrigado
Sérgio Gomes
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Há cerca de 5 anos, numa
escola particular, na zona de V.N.Famalicão, foi
distribuído material de propaganda da APF, aqueles e
outros que se podem encontrar em
http://www.apf.pt/catalogo/materiais.htm.
Enquadrava-se esta acção
no âmbito do projecto de Educação Sexual do Gabinete de
Psicologia. Sendo o projecto conhecido da direcção o
material entregue foi efectuado sem que a mesma se
pronunciasse sobre os seus conteúdos.
Em 11 de Julho de 2001
escrevi uma violenta reclamação sobre o facto que teve
bastante eco e impacto na comunidade educativa. A
direcção suspendeu de imediato todo projecto em curso de
forma imediata e irrevogável.
Se bem o fez em devida
altura é triste que passado cerca de 4 anos da minha
carta, nada ou muito pouco se tivesse feito, tendo-se
perdido a oportunidade de intervir junto de uma geração
de alunos do secundário que entretanto partiu. A questão
continua parada, sem que se perceba a razão.
Sem uma intervenção forte
dos pais que sustente e dê alento à mudança muito
dificilmente grande coisa será alterada, continuando-se
a perder oportunidades em cima de oportunidades.
È preciso intervir pelos
nossos filhos!
José Manuel |
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Ao MOVE
Acabo de ler o email onde se diz que a APF acusa o MOVE
de denúncias falsas a respeito dos actuais programas.
Dei-me ao trabalho de verificar o material didáctico que
me foi passado (e não certamente inventado!) e só tenho
a reafirmar o apoio que dei ao movimento do MOVE, bem
como a opinião que igualmente enderecei à APF, no espaço
do site reservado a comentários.
Independentemente da necessidade de alargar
conhecimentos e sensibilidades (que pode perfeitamente
concretizar-se de forma mais natural e inócua), não se
percebe por que razão os organismos responsáveis por
estes programas, por estes livros e por concepções
incrivelmente dirigistas do que se deve ou não
descobrir, do que se deve ou não dizer, em matéria de
sexo, se opõem ao seu conhecimento público, em vez de
assumir que é este o padrão que preconizam!
Ou será que, quando vindos a lume, estes critérios
perdem eficácia? Que esta depende inteiramente do poder
do "segredo" em que a dita experiência pedagógica tem
decorrido até agora?
Afinal, verificamos que a educação sexual não terá
perdido em matéria de "tabus" - pelo menos, no que toca
aos promotores desta modalidade!
Maria Azevedo |
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Cumpre-me, em nome da "jovem" Rio Tejo Viva, associação
representativa de cidadãos de Setubal, Santarém e
Lisboa, manifestar o apoio ao Movimento de Pais na
iniciativa contra este tipo de educação sexual.
Entendemos que deve existir uma educação sexual, mas
esta nunca poderá ser ministrada "despida" dos valores
fundamentais da dignidade da pessoa humana e da familia.
Este programa foi certamente, e há que chamar as coisas
pelo nome, elaborado por quem apresenta vários sintomas
de desiquilibrio psicológico, ou mesmo, comportamentos
próximos da pedofilia.
Ficamos disponiveis para o contributo que nos seja
possivel.
Com os melhores cumprimentos,
RIO TEJO VIVA - Associação Cívica
P'la Comissão Instaladora
Mário Rui Mota |
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Primeiro que
Deus vos dê força e a coragem suficientes para
"atacar" esta luta tão desigual e desonesta que se
está desenvolver em todas as frentes.
Sou explicadora de
línguas (sou licenciada em Germânicas e fui
empregada da banca, onde trabalhei durante 30 anos,
como tradutora). Sou católica, casada, mãe de três
filhos já casados também e avó de, apenas, dois
netos: 9 e quase 3 anos.Como casal, pertencemos às
ENS-Equipas de N. Senhora. Dou estes dados para o
caso de vos poder ser útil em algo que achardes
conveniente.
Quando acima refiro
que a luta é em todas as frentes, horas do dia e
lugares desta terra parece-me que vos estou a
transmitir aquilo que sinto: quase não temos espaço
para nos "mexermos" a nível cultural e social (já
nem falo no religioso, porque sendo o mais
importante tomar-vos-ia muito tempo para escrever
sobre assunto que vós sabeis, mais do que eu com
certeza), pois com este verdadeiro
"bombardeamento" sentimo-nos literlamente sufocados.
Há dois ou três dias
vi na televisão aquele programa que penso chamar-se
"Estes difíceis amores" (se onome não é o correcto,
pelo menos, a ideia é esta), em que um dos
intervenientes é o Sr. Prof. Júlio Machado Vaz
(neste programa-por acaso-mais moderado que a sua
companheira de programa). Então era convidada (o)
uma senhor(a) que, entre as diversas ideias que
deixou passar, houve uma que realmente me deixou
espantada. Dizia que "uma criança tem de ter
conhecimento de todas as realidades que existem a
nível das diferentes opções sexuais de cada um.
Defendia, que um dos melhores veículos para esse tal
conhecimento que a criança devia ter era a adopção
por homosexuais. Este assunto já suficientemente
conhecido e infelizmente, em alguns casos, já
concretizado, não me espantaria. O que realmente me
surpreendeu foi o argumento: para uma criança ter
conhecimento do que é uma opção sexual tem de viver
no meio dessa opção sexual. Então para uma criança
conhecer um cego tem de ser adoptada por um casal de
cegos? Para uma criança conhecer um deficiente tem
de vier com eles? Não quero magoar ninguém nos
exemplos que dei. Graças a Deus que são coisas
bastante diferentes e peço perdão às pessoas que
estão nessas situações, mas é apenas para sublinhar
o facto de, se alguém quiser conhecer uma "excepção"
melhor, terá de ser obrigada a lidar com ela, a
viver com ela?!
Peço desculpa pelo
tempo que vos tomei.
Obrigada e que tenham
muito "sucesso" com a ajuda de todos aqueles a quem
resta ainda um bocado de bom senso e são muitos
graças a Deus!!!
Maria Amaral
|
Ex.mos Srs.
A vossa comunicação de hoje( muito útil e importante
como as anteriores), chocou-me especialmente ao
tomar conhecimento das posições da actual direcção
da CONFAP em matérias educativas muito delicadas
como é a educação sexual em meio escolar.
É uma posição irresponsável em termos pedagógicos e
também associativos, pois é anti-estatutária,
porquanto um dos deveres da CONFAP é " defender os
interesses morais, culturais e físicos dos
educandos". ( Art.º 5.º dos Estatutos da CONFAP, com
registo notarial de 10-4-1986).
Assim, os pais e encarregados de educação e as suas
Associações deveriam agir em
conformidade,urgentemente.
Falo como pai( de filhos que já não estão nas
escolas), como cidadão, e como ex-membro do conselho
executivo da CONFAP nos anos 80.
Devo informar-vos que enviei uma carta à Sr.ª
Ministra da Educação, acompanhada de um memorando;
na carta pedia a suspensão do falado
documento(livro) " Educação sexual em meio escolar.
Linhas orientadoras", como já o havia feito há dois
anos em carta ao ministro David Justino.
Faço votos que o Movimento de pais se expanda e
consiga atingir os objectivos que indicaram, que são
importantes para que os pais possam voltar a ter
filhos nas escolas públicas do nosso país.
Recebam a minha solidariedade e melhores
cumprimentos.
(Em anexo envio o texto da carta referida. Também
poderei enviar o texto do memorando.)
José Pereira |
Ex.mos Srs.,
Sou o responsável por um grupo de Jovens na Paróquia
de Queluz cujo carisma é a reflexão sobre os
problemas do mundo actual e a resposta que Jesus
Cristo lhes dá. Como tal, não podemos ficar
indiferentes a esta problemática da Educação Sexual.
Chocado como estou, vou propor que o Grupo de Jovens
leve esta petição à sua comunidade e recolha
assinaturas, para posterior envio para V.Ex.as.
Mesmo que sejam poucas as assinaturas que consigamos
recolher, todas elas serão bem vindas para tentar
parar com este verdadeiro assassinato da educação
que pretendemos dar aos que um dia serão nossos
filhos.
Nuno Gonçalves
|
Ao Movimento MOVE
Eu e minha esposa, professores de EMRC, agradecemos
o vosso empenho
nesta causa, até porque temos a experiência deste tipo
de educação sexual
nas nossas escolas e contra o qual tentamos já fazer
alguma coisa:
intervenção crítica nestas sessões chamando a atenção
para outras dimensões
da educação sexual, sugerindo a participação de outros
movimentos, como o
MDV, etc. Contudo, os resultados são escassos. Somos
anões a combater contra gigantes...
Junto cópia de uma carta que enviamos à Sr.ª Ministra
Com os nossos cumprimentos Almada, 5-6-2005
Domingos Lopes e Júlia Alves |
Ex.mos Senhores
Congratulo-me com o resultado do esforço empreendido por
V. Exas. Agradeço a informação que me foi possibilitada.
Um grande bem hajam, pelo sentido do
exercício activo de cidadania demonstrado e que fez
prevalecer o bom sensso
nas matérias em questão.
Com os melhores cumprimentos
António Carlos |
Ex.mos
Senhores
Venho por este meio solicitar que me enviem
todos as informações que
o Move for emitindo no âmbito da campanha que tem
oportunamente empreendido a favor de uma
clarificação do que andam a fazer com os nossos
filhos nas pseudo educações sexuais. Já assinei a
petição on
line e recebo os
vossos mails através de
outros amigos que mos reenviam. Mas se possível
gostaria de receber em primeira
mão a informação que for sendo editada neste
âmbito. É que tenho 3 filhos em idade escolar e
estou profundamente preocupado, se bem que os
estabelecimentos que frequentam me dêem algumas
garantias neste aspecto.
Estou disponível para dar algum apoio na zona de
Braga.
Jorge Teixeira
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Estou cada vez mais
procupada e alarmada. Não podemos deixar os nossos
jovens e adolescentes entregues a um pseudo_amor
frustrante.
Anexo o
que me veio aos olhos nas buscas que vou fazendo e
que enviei à jornalista do Expresso.
Estou com todos os que
querem denunciar esta trágica situação (em que
estivemos adormecidos) e apontar pistas alternativas
para uma Educação Sexual sã e construtiva.
Coragem neste trabalho
que é muito árduo, que precisa de ser implementado
com AUTORIDADE, proveniente de quem procura a
VERDADE, sem prepotência, arrogância ou domínio de
uma pretensa educação (deseducação) escolar.
Maria Teresa
|
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Só para fazer notar
que a matéria em causa - sistema reprodutor,
anticonceptivos, doenças, sida, etc - é dada no 6º
ano e repetida com mais desenvolvimento no 8º ano, e
que em quase todas as escolas lá costuma ir uma
enfermeira falar da sida e massacrar com a história
de como se utilizar bem um preservativo, pelo que
ninguém pode dizer que falta informação.
Herlander Leitão |
|
Encontrei este site da
apf com toda a informação que vocês nos tem estado a
fornecer, e a introdução manifesta claramente a
pouca clarificação de conceitos sobre a pessoa
humana e a sua dimensão para o amor, e defende uma
sexualidade baseada só em critérios pessoais.
Obrigado pelo vosso
trabalho
José da Silva |
Não posso deixar de
elogiar a vossa coragem em desmascarar a forma como
a experiência piloto de educação sexual na escola
está a ser implementada. Acho incrível que, apesar
de tantos livros terem sido publicados por
professores competentes, apenas os ligados directa
ou indirectamente à APF, tenham sido indicados.
Fui professora de
Biologia durante 36 anos e sempre me preocupei com a
falha nos programas escolares de uma educação da
sexualidade para promover a formação integral da
pessoa humana e a sua realização relacional. Quase
no final da minha carreira de professora publiquei,
em co-autoria, o livro "Educação da sexualidade no
dia a dia da prática educativa" editado por Casa do
Professor, Braga, 2002, numa tentativa de apoiar os
professores e pais no seu trabalho nesta área.Foi um
livro que, pura e simplesmente foi ignorado pelos
senhores do ME, embora tenha sido apresentado em
Coimbra na Casa Municipal da Cultura pelo Professor
Doutor Adriano Vaz Serra; em Braga, na Faculdade de
Filosofia, pelo Professor Doutor João Duque e
referido na TV pelo Professor Marcelo Rebelo de
Sousa.
Contem comigo para o que
for preciso
Maria Emília Seabra |
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Faço parte ad
associação de pais da escola dos meus filhos e
tenho que admitir a minha competa ignorância quanto
ao conteúdo deste programa. Há realmente que travar
esta iniciativa e por isso vos felicito, parabéns!
Encontro-me a elaborar um conjunto de assinaturas na
empresa em que trabalho para aderir ao v/ apelo.
Muito obrigado por estarem connosco! H.F.
|
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Queremos manifestar o
nosso apoio e a nossa adesão aos protestos
apresentados pelo "MOVE".
Assim sendo, também
a nossa associação - "SABOR DA VIDA" - adere ao
Movimento de Pais.
Pelo grupo
de voluntários, trabalhadores da Ass. "S.D.A.",
Eugénia Botelho
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Aos promotores da
Associação de Pais MOVE
Tenho seguido com assombro e preocupação a polémica que
o Expresso desencadeou e a que o MOVE veio dar
seguimento. Não tenho filhos mas tenho a meu cargo um
sobrinho e, como professora que sou (actualmente do
Ensino Universitário mas em tempos também do
Secundário), não posso deixar de sentir alguma parte de
responsabilidade no futuro das novas gerações, que vejo
ameçadas por novas formas negativas de "consumo", desta
vez propiciadas (quando não impostas!) por programas
arrevesados de Educação Sexual.
A preocupação acresce quando verifico que já há vários
anos os próprios promotores denunciaram os seus efeitos
nefastos na construção da personalidade - pessoal e
social - dos alunos, sem que isso tenha no mínimo
afectado ou levado as autoridades competentes a repensar
as medidas propostas.
Em princípio, não vejo a utilidade de uma Educação
Sexual específica; sou, sim, a favor de uma
acompanhamento especializado, por parte de psicólogos e
professores, que cubra as necessidades de esclarecimento
que crianças e adolescentes vão manifestando (porque nem
todas crescem, neste âmbito, ao mesmo ritmo).
Naturalmente que as aulas de Ciências Naturais e
Biologia devem ser, em questões objectivas
particularmente atentas aos aspecto ligados à Educação
Sexual (como sei que está previsto, pois a minha irmã
era professora deste ramo, no Ensino Secundário).
Nesta questão de "mau senso e mau gosto" estranho
sobretudo o silêncio de que a experiência foi rodeada,
pois nada de semelhante aconteceu com o meu sobrinho.
Contudo, vim a saber que há de facto escolas-piloto
(como a de Lordemão, em Coimbra) aonde a famosa Educação
Sexual era já ministrada em esquema semelhante ao
previsto. E que, num caso pelo menos, as consequências
foram bem negativas.
A filha adoptiva de uma amiga minha transferiu-se para
lá a meio do o 8º ano, depois de se concluir que
seguiria mais facilmente um curso sócio-profissional. A
mãe adoptiva pensava que várias referências que ouvia a
matérias de âmbito sexual, ministradas com o recurso a
computadores, seriam exgeradas, e em parte fantasiadas,
pela filha. Mas não era o que acontecia, como se veio
a verificar: mais ou menos dois meses depois de ter ido
para a dita Escola, a jovem de 15 anos encontrou quem
lhe ilustrasse, de forma prática e certamente mais
interessante, a matéria" leccionada".
Tratava-se, infelizmente, uma passoa indesejável, que só
provocou estragos na família. Mas não era possível já
controlar já a miúda: foi mãe aos 15 anos, casou aos 16
por exigência de que não abdicou, tem mais um filho e
está já separada. Não quer estudar mais, embora sabendo
que sem o 9º ano lhe será muito difícil encontrar
emprego. E é bem de ver que a vida familiar não melhorou
...
Segundo entendo, é uma situação-padrão, que não foi com
certeza a primeira nem será o última. É caso para
dizer-se que, ao contrário do que seria de esperar, não
é a Escola que intervém como factor de compensação de um
equilíbrio emocional e familiar nem sempre existente,
mas antes o contrário: requere-se que a família tenha um
suporte muito estável para impedir as consequências
nefastas de experiências que têm origem na própria
Escola ... É lamentável!
Não posso, portanto, deixar de apoiar vivamente a
inicativa do MOVE (cuja petição assinei já por mail) no
sentido de chamar à responsabilidade, se não os
organizadores de tais programas, pelo menos o poder
político que suporta os respectivos custos e que deverá
ter a última palavra. E, com as notícias do déficit a
crescer, será fácil fazer notar que o país não pode
dar-se ao luxo de continuar a desbaratar dinheiro para
alimentar o ego (e talvez não só ...) de uns quantos que
pretendem, a toda a força, estar "na crista da onda"...
Com votos fundos pelo bom êxito da iniciativa os os
melhores cumprimentos da
M.T.A. |
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Parabéns por esta
iniciativa e pela coragem que ela representa ao
desmascarar essa pretensa (des)educação sexual que o
ME, instrumentalizado pela APF pretenderam
implementar junto dos nossos alunos, sem o mínimo
respeito pela sua sensibilidade e fazendo tábua rasa
dos valores que qualquer responsável relacionamento
sexual entre dois seres humanos deveria implicar. Ao
limitar-se ao plano fisiológico esta pretensa
"educação sexual" não passa de um incentivo à
libertinagem sexual.
É urgente, pois que
pais e professores responsáveis e preocupados com a
educação global dos nossos jovens e crianças
denunciem esta mistificação a que chamaram "educação
sexual" e exijam o completo esclarecimento do
protocolo entre o ME e a APF.
José Cerca
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Caros amigos: Muitos parabéns pela iniciativa. O
Cenofa, Centro de
Orientação Familiar, quer aderir à petição contra o
actual programa de Educação Sexual. A nossa morada é
Rua do Possolo, 11, 3º,
Lisboa ( Campo de Ourique).
Cumprimentos amigos, Fátima Fonseca
( Presidente)
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Força ! Não desistam
! Não nos podemos calar !
João Pinheiro
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Muitos parabéns pela vossa iniciativa. Consideramos
extremamente importante a simples possibilidade de
partilharmos as nossas preocupações e de fazermos
algo, de forma concertada, para corrigir o que for
possível. Contem connosco para o que for necessário.
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| Boa tarde,
Parabéns pela vossa
rápida iniciativa! Espero que as assinaturas continuem a
chegar e que consigamos reverter a situação degradante
criada nas escolas onde estudam os nossos filhos. Muito
obrigada!
Amélia Coutinho |
| Ao Movimento
Caso concordem sugiro a
divulgação da carta escrita por W.R. Coulson, Ph.D.,Ed.D.
no jornal Expresso de 28/05/2005 intitulada "Carta
aberta aos pais portugueses" publicada na página 24, do
primeiro caderno.
Chamo sobretudo a
atenção para o seu pedido formulado no fim da mesma que
reproduzo: "Por isso (e se me é permitido falar com
emoção): retirem das escolas esse modelo de educação
sexual. Amanhã será tarde demais. Eu ajudei a criar o
monstro. Por favor, ajudem-me a matá-lo."
Tive ocasionalmente a
oportunidade de conhecer o Prof. William Coulson e sinto
com ele a angústia que justifica este seu pedido.
António Vaz |
| Obrigado pelo vosso
esforço em alertar para os reais perigos que corremos no
processo educativo dos nossos filhos.
Armando |
Quero ser uma pedrinha_rocha e firme, na defesa
da Família. Força, Sabedoria, Coragem. Obrigada
Maria Teresa Silva
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É isto tão só - quero
receber notícias do Move (às tantas já me inscreveram
porque já recebi um mail vosso)para poder colaborar no
que me for possível.
Tenho 4 filhos menores e há muito que me preocupo com
esta questão da
educação sexual nas escolas. Aquando da entrada do meu
filho mais velho, há
4 anos, para o 1.º ciclo, entreguei na escola para ficar
apensa ao seu
processo individual uma declaração impedindo o meu filho
de participar em
acções promovidas pela APF e pela ABRAÇO e a solicitar
ser informada em
relação a outras iniciativas para poder ou não dar
autorização. É pois com
grande alegria que vos apoio.
Fátima Vilaça |
Obrigado.
Obrigado pelo vosso exemplo de participação, de não
encolher os ombros.
Obrigado.
Um grande obrigado para todos os que estão a participar
nisto E PARABÉNS AO
JORNAL "EXPRESSO" que de forma isenta, fez uma grande
notícia, uma notícia
com um enorme impacto em todo o País, sobre uma coisa
que intersssa a
milhões de pessoas mas que pelos vistos nenhum de nós
conhecia.
Pelo seu profissionalismo e correcção da sua notícia, as
duas jornalistas do
Expresso estão de parabéns.
Francisco Vasconcelos |
Muitos parabéns pela
iniciativa e rapidez. Geralmente criticamos e nada
fazemos. Os Senhores agiram rápido e bem conseguindo já
bastantes apoios.
Coragem e contem connosco.
JD e MA |
Sou professora de EMRC,
e assumo com naturalidade que há muitos anos que a
Educação Sexual está presente nos programas desta
disciplina. Contudo, não temos uma visão redutora da
sexualidade e centramo-nos na educação dos afectos. Esta
é a questão essencial a abordar com as crianças e
adolescentes, e é a área esquecida nos "manuais" de
Educação Sexual. Como professora e como mãe, pretendo
dar todo o meu apoio a este movimento, tendo por isso já
assinado a petição e esperando receber notícias
regularmente.
Cordialmente
Mª João Palma |
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Acho que o tema é
demasiado grava para se tentar resolver por
assinaturas.
O facto de se estar a
fazer experiências não testadas com crianças
indefesas, havendo técnicos que se pronunciam pela
desadequação e poderem ser "pertubadoras e
agressivas", parece-me que será susceptível de
intervenção judicial.
Porque não meter o
Estado em tribunal por incúria grosseira e colocar
uma providência cautelar para que o programa seja de
imediato parado?
Acho que apenas o
anúncio público de uma tal situação,
independentemente de se fazer ou não ou se o caso é
passível de tratamento judicial, imprimia uma
urgência na resolução do problema e dava força às
assinaturas.
Não esquecer ainda que
uma iniciativa desta permitia tempo de antena útil
para ligar esta falta de responsabilidade com a
outra que decorre da liberalização do Aborto.
António Coutinho
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Muito bem. Têm toda a
razão.
Ainda bem que surgiram.
Francisco de Vasconcelos |
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Parabéns pela
iniciativa. E muito obrigada por todo o empenho
dedicado à defesa de valores tão fundamentais como
os transmitidos na petição e no mail infra.
Maria Inês Graça
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Sou presidente de
uma Associação de Pais e nessa condição começo por
felicitar o MOVE pela pronta iniciativa!
Como mãe... bem
faltam-me as palavras....
Defendo uma
Educação Sexual séria, não que se atente à inocência
das crianças, que se desmonte a ideia do namoro como
algo de muito bonito e puro, impondo-lhes conceitos
realmente violentos.
Tenho três filhos
que, não raras vezes, me colocam questões sobre
sexualidade.
Tento sempre
dar-lhes uma resposta séria, "limpa" mas percebo que
influências exteriores como as da televisão acabam
por "inquinar" todo o meu discurso.
Contava-me uma
amiga que a pediatra da sua filha estava indignada
tudo porque uma menina de apenas 11 anos queria
tomar a pílula apenas porque todas as suas amigas já
o faziam. Inocência perdida precocemente?
Sexo por sexo, sem
amor? Apenas mais uma prática?
Estou convosco!
Parabéns!
Sofia Ribeiro
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Plenamente de
acordo. Parabéns pela mobilização. Que haja quem
defenda os Direitos das crianças!!!
Teresa Lacerda
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Olá Caros Amigos
Estou muito satisfeita
com a medida tomada por vós!
Já há alguns anos que
me tinha apercebido deste descalabro!
Ao falar com os que
me rodeavam apercebi-me que tinham falta de
informação e que pensavam que havia exagero da minha
parte.
Finalmente, a notícia
do Expresso acordou-nos para a realidade!
O movimento de Pais -
Move- é a resposta ao anseio de vários pais durante
estes últimos anos.
Felizmente, há quem se
una para defender a democracia e a liberdade que os
progenitores têm em educar os seus filhos segundo os
valores que defendem.
Adeus,
Helena Cardoso
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Acho verdadeiramente
escandaloso o célebre programa de educação sexual.
Nós, adultos, temos a
liberdade de responder ou de mandar passear quem nos
fizer perguntas íntimas. Isso depende do critério de
cada um. Mas temos essa liberdade.
A que propósito as
nossas crianças devem ver devassada a sua
privacidade sendo obrigadas a responder em público,
a uma autoridade superior como o professor, a
perguntas directas do tipo "Já te masturbaste?
Onde? Com quem?
Partes do corpo
que gostam que sejam tocadas?!
Todas as palavras
e palavrões que sejam sinónimos de zonas erógenas?!"
Mas que educativo...
Se eu falo abertamente
com o meu filho adolescente de tudo e não me acho no
direito de lhe perguntar se se masturba ou com quem,
ou de o obrigar a tomar banho à minha frente e a
demonstrar todas as suas manifestações de
sexualidade, com que direito vão desconhecidos, não
sei com que formação ou com que orientações,
violentar a sua intimidade? O professor, para dar o
exemplo, também deve contar os pormenores da sua
vida sexual, para pôr à vontade os alunos?
Ou os professores têm
o direito de preservar a sua vida privada, e só aos
alunos não é conferido esse direito fundamental?
Uma coisa é Educação
Sexual, outra é promiscuidade e falta de dignidade.
Perguntas directas e íntimas com que torturam as
vítimas indefesas, dá-me mais a impressão de
curiosidade mórbida, de pornografia infantil, de
pedofilia até...
Parece um teste aos
meninos da Casa Pia...
Ana Isabel
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Educação
Sexual ou Iniciação na Masturbação.
Activistas
da Decadência em Portugal
Passo a citar duas
frases que estão no livro que apoia o programa
oficial de Educação Sexual no Ensino Básico e
Secundário em Portugal:
“Aprender
a realizar a masturbação, se existir, na privacidade”.
Será que a masturbação em público e em grupos já
estará tão espalhada que constitua um vício público,
ou que o tal Portugal moderno chegue à tal
auto-estimulação sem ser notado pelo público? !
Nas linhas, ou melhor, nas entrelinhas sente-se um
zelo ardoroso de libertar, não importa para quê, de
libertar, um povo que pensam zéquinha, de criar um
novo cidadão, um cidadão satisfeito cuja auto-estima
seja veículada para a “auto-estimulação” palavra
moderna que deve substituir a palavra masturbação
dado que esta cheira a mofo. A modernidade quer
auto-estimulação sem satisfações a dar!... A
pequenada não deve ser privada desta modernice e
deve saber que os seus pais não tiveram esse
privilégio e que a culpa se deve à Igreja, ou
melhor, à educação tradicional. Mas vejamos o que o
livro diz na página 88: A
actividade de auto-estimulação “é, no entanto, fonte de prazer e por isso
também de culpabilidade, pela associação, na
educação tradicional, de mensagens negativas sobre o
prazer sexual e a masturbação em particular.
Esta é mais precoce nos rapazes e mais dissimulada,
e não consciencializada, nas raparigas, as quais,
também por razões anatómicas, exploram menos
frequente e directamente os órgãos sexuais”.
A sexualidade é uma força vital global que não pode
ser atada quer à culpa quer à libertinagem.
Quem se propõe
destruir o “tabu” da sexualidade no que ele tem de
mais genuino e são, ao destruir a intimidade e a
privacidade, como querem muitos pensadores livres e
naturalistas, destroi a personalidade, a cultura ,
não tanto a propriedade privada.
Em campanha, como se se estivesse em
África, e em nome de especialistas elabora-se um
Programa de Educação Sexual nas Escolas que se torna
mais um impeditivo duma boa educação sexual
necessária. É irresponsável porque redutivo e não
considera os encarregados de educação. Parte do
princípio errado de que se pode revolucionar o mundo
através da instrumentalização do sexo, sem
princípios éticos como dignidade, intimidade e
outros valores etiquetados de burgueses. Há
exercícios propostos aos alunos que
fomentam o
veuyeurismo de professores, a sedução de menores, o
abuso sexual, o trauma ( é bem conhecido
na psicologia que o exercício da masturbação leva à
dependência e à necessidade de o repetir). A
sexualidade é muito abrangente e implica com todo o
ser humano desdo o impulso mais baixo até ao mais
sublime e espiritual.Nota-se irresponsabilidade e
uma falta de critério no trato e na intenção do
programa.. Bom senso porém não se aprende nas
universidades nem nos ministérios.
Um despudor: uma ideologia tão
descarada! Será que o bom-senso em Portugal estará à
disposição. Quem vive fora de Portugal chega por
vezes a ter a impressão que em Portugal há uma
propensão, a certos níveis, para o extremismo.
Estamos expostos a
tudo, sem protecção, expostos às maiores estupidezes
de alto nível, desde que assinadas por algum perito
português acreditado por algum perito estrangeiro
(Como se para cada ideologia não houvesse as
ciências subsidiárias, seus peritos e
correspondentes investigações científicas com os
resultados pretendidos; cfr. tendências da pedagogia
e da psicologia e ocasionais subserviências). O
dogma científico já não pega em sociedades
avançadas. O que aqui se observa não seria possível
nos ministérios da educação da Alemanha. Enquanto
que nas sociedades mais avançadas se procura, já
desde há algum tempo, questionar os excessos
freudianos e mesmo corrigir alguns erros cometidos
em nome duma libertação sexual, em Portugal
começa-se pelos erros. A ideologia pode muito.
Ou será que em Portugal se quererá pouco a pouco
desmitificar os casos de pedofilia da Casa Pia e
mais?
Na base disto está um fundamentalismo racionalista
longe de toda a realidade humana. Na
defesa do espíritp da época (Zeitgeist) querem
diminuir ou destruir uma norma moral dinámica. Não
têm nada para dar, a não ser o combate sistemático e
indiferenciado à tradição; os resultados estão à
vista! Tudo deve estar ao serviço do espírito da
época: a arte, a pedagogia, a ciência, o estado e a
fé. Neste ambiente, o povo até se sente inseguro,
porque ao ouvir pessoas letradas são levados a
questionar o próprio bom senso não notando a pobreza
de espírito de muitos daqueles que os orientam. Em
tudo isto há muita irreflexão e superficialidade.
Não devemos porém esquecer, que
nos centros do poder
e da ciência se encontra em grande parte uma geração
bem instalada (mas contra o estado), superficial e
militante, “a geração de 68” e em
Portugal além destes há, entre outros, aqueles que
nos primeiros tempos do 25 de Abril faziam das aulas
da universidade comícios não suportando professores
exigentes. O tempo não chegava muito para estudar,
e Marx ou Engels eram demasiado difíceis...
Chegavam umas sebentas que os estudantes mais
cuidadosos preparavam... Na altura havia muita falta
de ardinas. Assim se desperdiçou um momento
histórico...assim se vai de doença em doença... Os
resultados estão cada vez mais à vista, mas tudo
vale em nome do progresso.
Não há rigor, apenas método e
intenção. Saber
não vale, o que vale é a opinião ou quando muito um
saber opinioso e dogmático unilateral; a
escola é banalizada e instrumentalizada. Amanhã
queixar-nos-emos de barbaridades e das atropelias
sexuais.
Não se trata de impedir o tratamento
dos temas na escola; o que está em causa é o fomento
das ideologias que estão por trás dos temas e das
didácticas e a falta de respeito pelas crianças e de
responsabilidade pelo futuro dum país... Pensadores
livres, naturalistas e uma esquerda marxista
militante querem uma outra república. Para uma certa
gente não há medidas a tomar quando se trata de
destruir tudo o que para eles possa cheirar a
tradição. Agora é
a época dos sacristãos da decadência. Os
valores que nos tornaram grandes na história são
combatidos sistematicamente. Isto é
apenas um sintoma do
estado doentio e decadente da nossa sociedade
portuguesa que teima em continuar ao toque duns
estrangeirados.
António Justo |
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Caros amigos
A APFN - Associação
Portuguesas de Famílias Numerosas congratula-se com
a formação do MOVE - Movimento de Pais e dinamismo
já revelado em poucos dias, numa luta que também é
nossa - liberdade de escolha dos pais do projecto
educativo para os seus filhos e respeito por essa
liberdade por parte do Estado e do resto da
sociedade, como está previsto na Constituição mas
que o Estado Português
tem esquecido e feito
esquecer.
Bem hajam!
Força!
Fernando Castro
Presidente da Direcção
APFN - Associação Portuguesa de
Famílias Numerosas
Rua
3A à Urbanização da Ameixoeira
Área 3, Lote 1, Loja A
1750-084 Lisboa
Tel:
217 552 603 - 917 219 197
Fax: 217 552 604
"Uma criança é feliz se tiver pai e mãe.
Uma criança é muito feliz se tiver pai,
mãe e irmãos."
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Como apologista de uma
educação sexual responsavel na escola na idade
certa, apoio totalmente a vossa iniciativa.A rapidez
e intensidade do apoio à petição é de tal maneira
grande que é noticia em si, que pode interessar o
Expresso.
Por sinal escrevi ontem
mesmo a uma professora da minha filha de 5 anos, que
tinha promovido uma conversa sobre "namorados", e à
pergunta de uma das crianças se não havia problema
dois rapazes ou duas raparigas serem namorados,
tinha respondido que não havia problema nenhum.
Acção como a minha
carta, e ainda mais a vossa petição, são essenciais.
Peter Villax
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Este
artigo do Expresso deixou-me sem palavras. O que quer
esta gente que
propõe semelhantes absurdos? Até parece um convite à
pedofilia! Eu só posso
manifestar uma enorme indignação. Tudo o que disser é
pouco para expressar o
que penso disto! Mas que governantes temos nós, afinal?
Insurgem-se contra
os pedófilos, nomeadamente da casa Pia, por roubarem a
inocência e a
infância às crianças e agora querem aprovar manuais que
contêm barbaridades
destas?! Está tudo doido!
Obrigada por nos alertarem. Continuem a lutar contra a
insanidade que está a
tomar conta do nosso país.
Melhores cumprimentos
Teresa Carvalho |
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