“EDUCAÇÃO SEXUAL” - a avaliação nos termos referidos pelas Estruturas da CONFAP e, bem assim, como pelos Pais que nos fizeram chegar essa preocupação;Na verdade: • Pelo debate existente nas Federações e pelo levantamento do Ministério da Educação foi possível apurar que em nenhuma Escola foi seguida a orientação que o Prof. João Araújo encontrou como possível numa parte da bibliografia anexa às Orientações Curriculares de 2000; • Aliás, os manuais espanhóis, referidos apenas como referências bibliográficas, reportam-se a uma experiência contextualizada que ocorreu nas Ilhas Canárias não existindo exemplares disponíveis em Portugal; • Os outros manuais referidos nas Orientações Curriculares devem ser avaliados pela Comissão ora criada, privilegiando-se os manuais produzidos por técnicos portugueses de reconhecida unânime e reconhecida craveira e, sendo editados, possam estar disponíveis também nos Centros de Saúde para divulgação aos Pais pelos Médicos de Família, nomeadamente nas consultas de Planeamento e Desenvolvimento Familiar retomando o espírito das Escolas Promotoras de Saúde. Assim, em conclusão: • A CONFAP congratula-se com a renovação do protocolo entre o Ministério da Educação e as instituições que se dedicam à divulgação e formação nesta matéria; • A CONFAP pede tranquilidade a todos os Pais e Encarregados de Educação que integram o Movimento Associativo de Pais e todos aqueles outros Pais, Mães e Encarregados de Educação que se nos dirigiram e, reitera a sua confiança nos Professores e nas Escolas que introduziram, nos últimos anos lectivos, a Educação Sexual com as Instituições que assinaram o protocolo com o Ministério da Educação e, em especial, com a APF que mantém com estruturas desta Confederação protocolos especializados e contextualizados, que estimulamos na seu prosseguimento. Lisboa, 03 de Junho de 2005 O Conselho Executivo da CONFAP |